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Exercícios Terapêuticos

Exercícios Terapêuticos
O universo está em constante movimento. O movimento significa vida. O movimento de uma espiral de energia vitaliza a célula única que marca o início de nosso tipo de vida humana. À medida que esse tipo de vida evolui, nós nos constituímos em um ser que constantemente troca energia com o cosmo. À medida que esta energia passa através de nós, ela nos alimenta, nos nutri e cria o movimento interno e externo de nossas vidas. Na expressão natural deste intercâmbio encontramos nossa saúde. O intercâmbio de energia é aumentado pelo movimento, e o movimento perfeito do corpo é uma extensão do interior para o exterior enquanto recebe estímulos que movem do exterior para o interior. (Greg Broòshy)

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31.1.14

Pessoas que nasceram entre 1945 e 1965 devem fazer o exame que detecta a hepatite C. Teste está disponível na rede pública.


O exame de sangue que diagnostica a hepatite C está disponível nas unidades básicas de saúde
O exame de sangue que diagnostica a hepatite C está disponível nas unidades básicas de saúde Foto: Michel Filho / O Globo

Camilla Muniz
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Nascidos entre 1945 e 1965 devem procurar uma unidade básica de saúde (postos ou Clínicas da Família) e fazer um teste de hepatite C. O alerta, dado no Brasil pela Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite (ABPH), foi lançado nos Estados Unidos após a constatação de que essas pessoas têm cinco vezes mais riscos de estarem contaminadas.
A explicação é que tal geração cresceu numa época em que eram comuns o uso de seringas de vidro e transfusões de sangue não testados para a hepatite C, só descoberta em 1989.
Segundo o hepatologista Giovanni Faria Silva, da Universidade Estadual Paulista, a testagem é necessária porque a doença não apresenta sintomas em 95% dos casos, sendo comum o diagnóstico já em estágio avançado.
- Depois de 20 anos, a infecção evolui para cirrose em 25% dos pacientes, tudo de forma assintomática. A cirrose provoca a falência do fígado e, se não tratada, leva à morte - diz o médico.
O teste de hepatite C é feito por meio de exame de sangue, que detecta a presença de anticorpos contra o vírus no organismo. Caso dê positivo, um outro exame, que analisa o material genético do vírus, é feito. Mais um positivo aponta a necessidade de biópsia do fígado para indicação de tratamento.
O publicitário e presidente da ABPH, Humberto Silva, de 48 anos, conta que viveu 38 anos com a hepatite C sem saber. Há dez anos, ele foi ao médico, que solicitou o exame de sangue específico.
- Eu já estava com cirrose hepática. Descobri assim, em cima da hora. Se não fosse isso, estaria morto. Deus mandou um anjo para me anunciar a doença - conta Humberto, que contraiu o vírus aos 8 anos, quando se submeteu a uma cirurgia de apendicite. - Recebi sangue contaminado.

O publicitário Humberto Silva, presidente da Associação Brasileira de Portadores de Hepatite
O publicitário Humberto Silva, presidente da Associação Brasileira de Portadores de Hepatite Foto: / Divulgação

Humberto afirma que, hoje, está curado do vírus, mas não da cirrose:
- Sou um sobrevivente da hepatite C. Cerca de 80% dos casos têm cura completa.
Ele alerta para a importância de se fazer o teste de hepatite C:
- Quanto mais cedo vier o diagnóstico, mais fácil é a cura. A pessoa pode estar morrendo sem saber, como eu estava. Estima-se que 3 milhões de pessoas tenham hepatite C, mas só 12 mil sabem e estão sendo tratadas.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/pessoas-que-nasceram-entre-1945-1965-devem-fazer-exame-que-detecta-hepatite-teste-esta-disponivel-na-rede-publica-8709139.html#ixzz2s1FOYV00

20.1.14

Papel Alumínio

Papel Alumínio (Ricardo Penna e Dr. Sérgio Teixeira)
 
O papel alumínio é largamente utilizado na gastronomia, mas na grande maioria das vezes isto acontece de forma incorreta. Vejo pessoas usando-o direto nos mais variados pratos e, também, em seu dia-a-dia.
É que os usuários tendem a colocar o lado brilhante virado para fora, pois deixa o visual do prato mais bonito.

O lado mais brilhante é assim porque recebe um polimento para criar uma barreira ao contato direto do alumínio com o alimento e, por conseguinte a liberação do alumínio para a nossa receita. Tínhamos que chamar o prato assim, por exemplo: “Picanha com alumínio”, pois o alumínio entrará como um algoz invisível na receita.

Esta proteção, o polimento, só não acontece dos dois lados porque é um processo caro que inviabilizaria a comercialização do mesmo.
O alumínio é altamente tóxico e é comprovadamente o responsável por complicações gerais no funcionamento do nosso organismo e um grande alavancador do Mal de Alzheimer, inclusive fomentando sua aparição precoce.

Como usá-lo?
Além de usá-lo com o lado brilhante voltado para o alimento, deve-se evitar dar mais de uma volta no alimento, pois na segunda volta em diante os líquidos que gravitarem entre as camadas serão poluídos com o alumínio e voltarão impiedosamente para a nossa receita. Assim, é importante fazer a finalização em forma de trouxa que deve ficar situada na parte superior, para evitar esta comunicação dos caldos do alimento com a parte ruim do papel-alumínio.

Sobre as panelas de alumínio: na minha cozinha é expressamente proibida a areação de panelas na parte de dentro, pois quando isto acontece, toda vez que cozinhamos algo estamos também incorporando o temível alumínio à nossa receita.

Quando isto acontece por alguma pessoa desavisada ou quando a panela ou caneca é nova, fervo algumas cascas de ovo na panela cheia de água, para elas liberarem o carbonato de cálcio, que vão impermeabilizar nossa panela, dando a segurança que necessitamos para nós mesmos e para as pessoas que mais amamos; nossa família e nossos amigos._
 
ALUMÍNIO - ÚTIL E MORTAL
Dr. Sérgio Teixeira 

Médico Ortomolecular

Se seu cabelo está caindo, desconfie do alumínio...

Este metal, quando está excessivo no organismo, provoca grande oleosidadeno  couro cabeludo, que vai sufocar a raiz dos cabelos.
Usar xampus contra a oleosidade ajuda, mas se você não eliminar a causa, vai  perder muito cabelo.

Muitas vezes, a queda de cabelos vem acompanhada de dormências ou formigamentos quando se fica na mesma posição (com as pernas cruzadas, por exemplo).

Além dos seus cabelos, todo o seu organismo está sendo prejudicado: o alumínio deposita-se no cérebro, causando o mal de Alzheimer (esclerose mental precoce) e expulsa o cálcio dos ossos, produzindo a osteoporose.

Esse cálcio vai se depositar em outros lugares, produzindo bursite, tártaro  nos dentes, bico de papagaio, cálculos renais....
E também vai para dentro das suas artérias, estimulando a pressão alta e a possibilidade de isquemias cardíacas (infarto), cerebrais (trombose) e genitais  (frigidez e impotência).

Para o Dr. Mauro Tarandach, da Sociedade Brasileira de Pediatria, está bem claro o papel do alumínio nas doenças da infância, graças ao avanço da biologia molecular no que tange ao papel dos oligoelementos na fisiologia e na  patologia.
Os sintomas clínicos da intoxicação por alumínio nas crianças, além da hiperatividade e da indisciplina, são muitos:

Anemia microcítica hipocrômica refratária ao tratamento com ferro, alterações ósseas  e renais,  anorexia e até psicoses, o que se agrava com a continuidade da intoxicação.

Atualmente se utiliza a biorressonância para avaliar o nível do alumínio e outros metais. O método é muito menos dispendioso, podendo ser utilizado no  consultório ou na casa do paciente.

E como o alumínio entra no organismo?
Através das panelas de alumínio, por exemplo, que vêm sendo proibidas em muitos países do mundo.
Na Itália, famosa por seus restaurantes, nenhum deles pode usar essas panelas,  devido à proibição do governo italiano.

É que as panelas de alumínio  contaminam a comida intensamente..
Para você ter uma idéia: pesquisa da Universidade do Paraná demonstrou que as panelas vendidas no Brasil deixam resíduos de alumínio nos alimentos que  vão de 700 a 1.400 vezes acima do permitido.
Isso só ao preparar a comida.. Se  esta ficar guardada na panela por algumas horas, ou de um dia para o outro, este  valor pode triplicar ou quintuplicar..

Viu por que vale a pena trocar de  panelas?
       

Mas não é só. Sabe as latinhas de refrigerantes e cervejas, hoje tão difundidas no Brasil?
Pesquisa do Departamento de Química da PUC demonstrou que elas não são fabricadas de acordo com os padrões internacionais.

Em conseqüência, seu refrigerante predileto pode conter quase 600 vezes mais  de alumínio do que se estivesse na garrafa.

E além do alumínio, foram demonstrados pelo mesmo estudo mais 12 outros metais altamente perigosos para a saúde nessas latinhas, como o manganês, que  causa o mal de Parkinson, o cádmio, que causa psicoses, o chumbo, encontrado no  organismo de muitos assassinos, e outros.

Prefira SEMPRE as garrafas.
Descoberto em 1809, o alumínio é um metal muito leve (só é mais pesado do que o magnésio) e já foi muito caro. Naquela época, Napoleão III, imperador  da França, pagou 150 mil libras esterlinas (mais ou menos 300 Mil reais) por um  jogo de talheres de alumínio.

Esse metal tem espantosa versatilidade, sendo utilizado em muitas ligas metálicas.

Depois do aço, é o metal mais usado no mundo, seja em panelas, embalagens aluminizadas de sucos, iogurte e outras, papel alumínio para embalar alimentos, (um dos piores pois os alimentos vão ao forno ou estão quentes) latas de refrigerantes e cervejas, antiácidos e desodorantes antitranspirantes, assim como vasilhames para cães e gatos comerem e beberem. Nestes, pode causar a  paralisia dos membros posteriores que leva ao sacrifício precoce dos animais. ..

19.1.14

Exercícios diminuem procura de idosos por unidade hospitalar

Pesquisa constatou redução de 35% na procura por tratamento

Por Minha Vida - publicado em 15/10/2013

A prática de atividade física, sem dúvida, ajuda o nosso corpo a ficar fortalecido e longe de uma série de doenças. Agora, o estudo realizado pelo Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) mostra que os exercícios podem fazer com que os idosos busquem unidades hospitalares com menos frequência. Os resultados serão publicados ainda esse ano na Revista Brasileira de Medicina do Esporte.

Durante um ano, foram analisados dois grupos de pacientes com média de idade de 79 anos. O primeiro, com 48 idosos, praticou atividade física durante seis meses. Já o segundo, com 44, abriu mão dos exercícios neste mesmo período. Passados os seus meses, a amostragem foi avaliada a partir de entrevista e prontuário médico. O levantamento constatou redução de 35% no uso da unidade hospitalar por parte do grupo que praticou atividade física, comparado ao sedentário.

Houve também diminuição considerável no número de cirurgias, internações, exames de alta complexidade, uso do pronto-socorro e consultas ambulatoriais entre aqueles que fizeram exercícios. Para o especialista em medicina do esporte Samir Salim Daher, do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) e coordenador do estudo, a prevenção por meio das atividades físicas traz vantagens aos pacientes e também às unidades hospitalares, desocupando leitos e evitando a realização de procedimentos de maior complexidade. "Para um hospital como o HSPE, onde 60% dos pacientes internados são da terceira idade, a prevenção pode beneficiar outras pessoas que necessitam de atendimento médico", destaca.

Terceira-idade: mudanças dessa fase afetam paladar, equilíbrio e até olfato
Por muito tempo os idosos foram considerados sinônimos de invalidez, como se fossem velhinhos que não entendem muito bem o que falamos ou que não consegue fazer nada sozinho - mas isso está longe de ser verdade. Hoje vemos muitos homens e mulheres com mais de 60 anos que estão ativos, levando suas vidas com saúde e um sorriso no rosto. No entanto, é importante entender que mesmo com essa mudança de paradigma, o envelhecimento chega acompanhado de certas mudanças que na maioria das vezes são deixadas de lado. "Muitas pessoas se preocupam com o declínio cognitivo e ossos mais fracos, mas há outras preocupações menos conhecidas que merecem atenção", explica o geriatra Roberto Dischinger, responsável pelo residencial para a terceira-idade Lar Sant'ana, em São Paulo. É importante estarmos cientes dessas mudanças para poder encontrar as melhores formas de contorná-las ou preveni-las, incentivando o envelhecimento saudável. "Cuidados com a alimentação, prática de exercícios, controle de estresse e doenças, assim como consultas médicas periódicas, têm relação direta com a manutenção da qualidade de vida e a prevenção de doenças desde a juventude", afirma o geriatra. Confira quais são as mudanças desconhecidas da terceira idade e entenda melhor esse processo:
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idosa cortando tomates - Foto Getty Images

Dificuldades no paladar

A partir dos 60 anos, é comum ocorrer no idoso uma diminuição na capacidade de perceber gostos doces e salgados dos alimentos, enquanto os sabores ácidos e amargos se mantêm inalterados. "Isso acontece devido à atrofia das papilas gustativas que são responsáveis pelo paladar", diz o geriatra Roberto Dischinger, responsável pelo residencial para a terceira idade Lar Sant'ana. Outro fator que também pode alterar o paladar é o uso de certos medicamentos. O especialista afirma que é esse é o motivo porque os idosos tendem a acrescentar mais sal ou açúcar aos alimentos. "Uma alternativa é acrescentar temperos naturais aos pratos, tais como alho, cebola, cheiro verde, orégano e manjericão, que realçam o sabor dos alimentos e eliminam essa dificuldade", afirma a nutricionista Flavia Medeiros Leite, coordenadora do Programa Crescer e parte da equipe multidisciplinar do Lar Sant'ana. "É importante também que o momento da refeição seja atrativo, com pratos variados e balanceados, pois com a diminuição do paladar o idoso tende a diminuir a ingestão de alimentos, podendo ficar com um quadro de desnutrição."

idoso cuidando do jardim - Foto Getty Images

Alterações no olfato

Considerando que no processo de envelhecimento existem diversas alterações sensoriais, o olfato também pode ser afetado. Alterações como o aumento de tecidos moles e atrofia das glândulas mucosas - muitas vezes ocasionando o ressecamento do muco nasal e consequentemente a obstrução nasal - podem explicar as dificuldades de identificar odores. "Isso também pode ocorrer principalmente após os 80 anos, quando as dificuldades para identificação de odores ocorrem devido à degeneração das células do sistema nervoso central", explica o geriatra Roberto. "Esse pode ser considerado um sintoma inicial de doenças como Parkinson e Alzheimer, levando em conta que a percepção que o idoso tem sobre seu olfato depende também dos sistemas nervoso central e periférico, que são os maiores afetados por essas doenças".

Um dos sinais que indicam a perda olfativa é a diminuição do peso em consequência da perda de apetite. O tratamento depende da causa, mas é recomendado que o acompanhamento seja feito por uma equipe multidisciplinar. "Para facilitar a ingestão dos alimentos, pode-se melhorar a apresentação dos pratos e a forma de preparo dos alimentos", ressalta a nutricionista Flavia.
idosa e mulher assistindo tv - Foto Getty Images

Dificuldades em fazer várias tarefas ao mesmo tempo

Existe uma área do cérebro responsável pelo que os especialistas chamam de atenção dividida - que é ativada quando precisamos prestar atenção em duas ou mais tarefas ao mesmo tempo. "A partir da meia-idade ou após os 70 anos, ocorre um declínio normal das funções cognitivas, podendo repercutir na memória e nesse tipo de atenção", explica a psicóloga especialista em terceira idade Roberta Seriacopi, de São Paulo. De acordo com a especialista, durante o processo de envelhecimento, é comum as pessoas apresentarem falhas no controle do excesso de informações e na manutenção de informações irrelevantes durante execução de uma tarefa. Isso torna mais lenta a nossa capacidade de alternar de uma tarefa para outra, prejudicando o desempenho. Outro sinal comum de que a atenção dividida do idoso está comprometida é o fato de ele não conseguir se lembrar de assuntos que foram comentados durante uma refeição ou enquanto ele estava assistindo televisão, por exemplo. "Isso acontece porque ele estava concentrado em apenas uma das tarefas, e seu cérebro não conseguiu captar e processar a nova informação que você estava fornecendo", explica Roberta. Uma forma de lidar com isso é a estimulação cognitiva por meio de atividades que envolvam duas ou mais tarefas simultâneas.
idosa olhando a pele no espelho - Foto Getty Images

Pele ressecada

A pele é o órgão que mais evidentemente demonstra os sinais de envelhecimento. "Muitas alterações decorrentes da idade, como perda de tecido de sustentação de gordura subcutânea, diminuição dos pelos, alteração na distribuição de pigmentação de pele e pelos e diminuição de glândulas sudoríparas e sebáceas, ocasionam uma pele mais ressecada, frágil e sem a preservação de elasticidade", afirma o geriatra Roberto. O especialista diz que pele dos idosos também tende a ficar mais ressecada devido à redução da quantidade de água corporal nessa fase da vida. "Todos esses fatores tornam a pele do idoso mais propensa a machucados e infecções." Entre os cuidados para esse problema estão a ingestão de água, banhos com sabonete neutro e água morna e aplicação de um hidratante corporal após.
idoso lendo jornal usando óculos - Foto Getty Images

Distúrbios da visão

Problemas relacionados à visão podem impedir ou dificultar a independência dos idosos na realização das atividades diárias. Com o envelhecimento, ocorre uma redução na acuidade visual e na acomodação à luminosidade, bem como na clareza da visão noturna e do campo de visão periférico. "Consequentemente, ler, assistir TV e realizar atividades manuais podem ser mais cansativo e dificultoso", ressalta o geriatra Roberto. "Para evitar pequenos desconfortos, o ideal é manter a iluminação permanente, uma vez que a adaptação dos idosos a mudanças de luz torna-se mais lenta." Entre as alterações visuais mais frequentes, os especialistas citam presbiopia, catarata, glaucoma, degeneração macular e retinopatia diabética. É importante a prevenção por meio da investigação e acompanhamento médico precoce dessas alterações, uma vez que elas são comuns na faixa etária.
idosa pensando - Foto Getty Images

Qual era a palavra mesmo?

 Sentir dificuldade para encontrar o termo certo durante uma conversa é muito comum em idosos. "Isso acontece porque a capacidade de processar as informações fica mais lenta e a atenção também pode estar alterada, prejudicando assim a memória de trabalho (quando ele precisa memorizar algo para usar em seguida, como quando decoramos um número de telefone na agenda para digitá-lo logo após) e memória episódica (memória de histórias e eventos do próprio passado)", diz a psicóloga Roberta. Quando há falta da atenção, a manutenção de informações pela memória fica prejudicada, dificultando a lembrança de palavras durante uma conversa. De acordo com a psicóloga o melhor a fazer nesses casos não é completar as palavras pelo idoso ou então repreendê-lo. Tente dar pistas que possam ajudá-lo a lembrar da palavra por si, de forma que ele exercite sua memória. "Devemos ressaltar que nem toda a falta de atenção ou perda de memória é sinal de doenças, mas que qualquer problema que gere dificuldades em suas atividades diárias deve ser comunicado ao médico."
idosa descendo escadas com ajuda de uma bengala - Foto Getty Images

Manter o equilíbrio

Com o passa da idade, o corpo sofre alterações no controle da postura e do andar, que desempenham um papel importante no equilíbrio dos idosos. "Eles apresentam dificuldades na regulação das respostas relacionadas a velocidade e precisão dos movimentos, causando assim um desequilíbrio", explica o geriatra Roberto. Outro fator que pode gerar desequilíbrio nos idosos são alterações no sistema vestibular, como a labirintite. De acordo com o geriatra, a atividade física contribui para ganho de força muscular, amplitude de movimento, percepção corporal e melhora os reflexos, podendo auxiliar na prevenção de quedas e alterações do equilíbrio.
idosa estressada - Foto Getty Images

Reflexos e raciocínio rápido

As funções cognitivas como memória, raciocínio, velocidade de processamento e reflexos tendem a diminuir conforme os neurônios vão envelhecendo. "Por isso o ideal é sempre estimular o cérebro, para que esse prejuízo seja o mínimo possível", afirma a psicóloga Roberta Seriacopi. A melhor maneira de prevenir essa degeneração é adotando hábitos saudáveis, como dieta balanceada, prática de exercícios e controle de estresse e doenças, assim como consultas médicas periódicas. "Mais uma vez, é importante ressaltar que simples alterações no raciocínio e reflexos nem sempre indicam doenças graves, entretanto, qualquer mudança deve ser investigada através de avaliações e exames."
idosa levantando halteres - Foto Getty Images

Músculos e ossos mais fracos

Para entender porque os músculos e ossos ficam mais fracos com o passar da idade, é importante saber que nossos ossos crescem somente até os 20 anos e sua densidade aumenta até os 35 anos, começando a perder-se progressivamente a partir disso. O mesmo acontece com os músculos: a partir dos 65 anos de idade, nossa massa muscular vai sendo perdida, cerca de 1% a cada ano. Pessoas que praticaram exercícios durante a juventude e mantiveram hábitos que contribuíram para o fortalecimento desses órgãos possuem um "pico" de massa óssea e muscular maior do que as pessoas que não mantiveram bons hábitos, e por isso demoram mais a apresentar problemas nesses sistemas. "No entanto, pessoas que não possuíam altos picos de massa muscular e óssea tendem a sofrer de problemas como osteoporose e sarcopenia mais rapidamente", explica Roberto Dischinger. O especialista afirma que praticar exercícios já na idade avançada ajuda a impedir a perda, prevenindo essas doenças, mas a pessoa não conquistará mais massa óssea ou muscular do que já tem.


 Fonte: Minha Vida

12.1.14

Idosos podem receber transplante de células tronco hematopoiéticas

08 de janeiro de 2014 (Bibliomed). Avanços tecnológicos em transplante melhoraram muito as taxas de sucesso deste procedimento, sendo que hoje estas são equivalentes às observadas em pacientes mais jovens. Contudo, mesmo com estes avanços, oncologistas ainda são resistentes a submeter pacientes idosos a transplantes.
Pesquisadores do Johns Hopkins Kimmel Center analisaram dados de 273 pacientes que foram submetidos ao transplante de medula óssea sem tratamento mieloablativo anterior, mas com altas doses de ciclofosfamida após o transplante.
Esses pacientes tinham doenças hematológicas malignas, sendo que 56% apresentavam linfoma, 35% leucemia aguda ou síndrome mielodisplásica (35%), e 9% outras doenças. Quinze por cento dos pacientes foram submetidos a transplante autólogo de medula óssea.
Os pesquisadores encontraram resultados similares entre pacientes com 50, 60 e 70 anos, o que, para os pesquisadores, revela que a idade não é uma barreira para submeter pacientes a transplante de células tronco hematopoiéticas. Além disso, probabilidade da taxa de sobrevida foi similar n os três grupos.
O estudo foi apresentado no 2013 ASH Annual Meeting ( American Society of Hematology), que ocorreu de  7 a 10 de dezembro, no Estados Unidos
Fonte: 2013 ASH Annual Meeting (American Society of Hematology), 7 a 10 de dezembro, Estados Unidos.

Fonte: Boletim Informativo de Boa Saúde.

1.1.14

Angélica - Propriedades Medicinais

Desde tempos remotos, a Angélica (Angelica archangelica) é utilizada na Groenlândia. Durante a Idade Média, o cultivo da planta foi se expandindo na época da peste por causa de uma lenda, na qual o arcanjo Gabriel a teria mostrado a um sábio ermitão, para que este pudessecombater a doença. Monges e frades medievais começaram a plantá-la a fim de elaborar diversos tipos de remédios, todos em forma de licor.
Hoje se sabe que seus princípios ativos são o felandreno, que ação digestiva e carminativa (elimina os gases), e a angelicina, que tem função sedativa e equilibradora do sistema nervoso. Além disso, a angélica também tem, em menor intensidade, poder antiinflamatório, diurético e depurativo. Ela pode ser usada tanto no preparo de chás como em banhos.
(Fonte: Wikipedia)
Angélica
Angélica

Nomes Populares:

  • arcangélica
  • erva-do-espírito-santo
  • jacinto-da-índia
  • polianto

Propriedades

A angélica é indicada para:
  • acidez estomacal
  • ansiedade
  • bronquite
  • cólica
  • hipertensão
  • falta de apetite
  • osteoporose
  • febre
  • resfriado
  • tosse
  • dor de garganta
  • dor de cabeça
  • insônia
  • reumatismo

Cuidados

Algumas pessoas podem apresentar sintomas adversos ao ingerir a angélica. Por isso, é muito importante que algum profissional acompanhe qualquer tratamento feito com a planta. Os diabéticos devem evitar a erva, assim como as grávidas e lactantes. Também é necessária cautela ao misturar a angélicas com outras plantas medicinais.

Fonte: Receita Natural