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Exercícios Terapêuticos

Exercícios Terapêuticos
O universo está em constante movimento. O movimento significa vida. O movimento de uma espiral de energia vitaliza a célula única que marca o início de nosso tipo de vida humana. À medida que esse tipo de vida evolui, nós nos constituímos em um ser que constantemente troca energia com o cosmo. À medida que esta energia passa através de nós, ela nos alimenta, nos nutri e cria o movimento interno e externo de nossas vidas. Na expressão natural deste intercâmbio encontramos nossa saúde. O intercâmbio de energia é aumentado pelo movimento, e o movimento perfeito do corpo é uma extensão do interior para o exterior enquanto recebe estímulos que movem do exterior para o interior. (Greg Broòshy)

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24.11.13

Câncer X Quimioterapia

        Nos casos de câncer, a Medicina acadêmica submete seus pacientes ao tratamento pela quimioterapia cujo método, por ser agressivo ao organismo humano, torna o corpo do doente enfraquecido, com baixa imunidade, antecipando a morte deste. Esse método terapêutico de combate ao câncer foi criado pela Medicina Nazista e usado pela primeira vez um pouco antes da deflagração da Segunda Guerra Mundial, pelos médicos nazistas, sob orientação de Adolf Hitler, tendo os judeus como as primeiras cobaias humanas. Antes, as experiências eram feitas exclusivamente em animais.

        Desde que foi introduzida no tratamento médico a quimioterapia continua sendo um modismo da Medicina moderna. Até agora a Medicina Alopata não conseguiu vencer o câncer porque trata essa enfermidade como uma doença localizada. O câncer é uma doença geral do corpo. O tumor não é o câncer; é simplesmente o sintoma da enfermidade. A doença está no sangue; este é que deve ser tratado. A Natureza, por ser sábia, junta as impurezas do sangue ou as substâncias mórbidas em um só lugar, formando um tumor em algum órgão ou parte do corpo. O objetivo é proteger o resto do organismo. A formação do tumor não é uma ameaça à vida, mas, sim, uma resposta à agressão ao organismo ao longo dos anos; é uma prova de que o sistema imunológico está ativo ou vigilante na proteção global do corpo.

        Adotando o tratamento pela quimioterapia, ou pela radioterapia, a Medicina acadêmica, segundo a escritora Ellen White, dá prova de que não conhece a maquinaria humana. Com esse procedimento, tratando o doente pelo emprego de drogas, a Medicina faz um trabalho contrário à Natureza, espalhando pelo corpo inteiro, através da corrente sanguínea, as células cancerosas, dando uma “falsa sensação de cura” com a redução do tumor. Já em caso de cirurgias, no momento em que o tumor é extirpado, este se enraíza no órgão mais próximo reaparecendo 3 a 5 anos após a intervenção cirúrgica.

        Ante a debilidade do sistema imunológico humano, que é provocada pela quimioterapia, o doente começa a sentir fraqueza, náuseas, queda de cabelo e prostração. Conclusão: a quimioterapia não cura câncer, e sim, reduz a vida do doente antecipando a morte deste. Ellen White chama isso de “assassinato”. Para escapar com vida o doente tem que possuir um sistema imunológico muito resistente à envenenamento, como é o caso de algumas pessoas que se livram de um tumor após submeter-se a alguma sessões de quimioterapia ou radioterapia. Nesse caso o tumor se recolhe com o tratamento e passa muitos anos para reaparecer.

Choque Emocional

Uma pessoa, mesmo sendo portadora de um câncer ou AIDS, poderá conviver com a doença e viver muitos anos desde que não saiba da existência da enfermidade, ou a ignore que é fatal. “O choque emocional ao receber a informação de que possui determinado mal, leva a acelerar a morte do doente” (Medicina Energética, pág. 51).

        Os casos tidos como incuráveis ou insolúveis pela Medicina Alopata são resolvidos num pequeno espaço de tempo pela Medicina Natural, isto porque, além de promover a desintoxicação do organismo, o terapeuta holístico transmite ao doente confiança e esperança na sua recuperação. A questão é que, as emoções como a ansiedade, o medo e a raiva causam alterações em certos elementos químicos presentes no cérebro conhecidos como “neurotransmissores”, os quais podem influir na secreção de hormônios como o “adrenocorticotrófico”, da glândula pituitária.

        No caso de um choque emocional, ocorre uma superprodução do referido hormônio que estimulam as supra-renais na produção de “adrenalina” e “cortisona”, na corrente sanguínea, provocando a elevação da pressão arterial, levando o doente a fraquejar e perder o ânimo de viver. Sendo assim, no momento em que você ouve uma notícia não agradável, seus pensamentos começam a se desorganizar repentinamente, podendo surgir no momento tontura, palpitação do coração, falta de ar, tremores nas pernas, secura da garganta, dilatação da pupila e enrijecimento dos ombros e trapézios.

         Ao receber uma boa notícia ou desenvolver esperança, acontece o contrário: o cérebro produz “endorfina”, um hormônio que alivia as dores e, conseqüentemente, prolongando a vida. Considerada como o “elixir da longa vida”, a endorfina é um hormônio neuro-receptor da morfina, presente em certas estruturas do cérebro. Quando liberado pelo cérebro, sentimos uma sensação de bem-estar. Essa substância diminui a sensação de dor e aumenta a resistência contra enfermidades. É o contrário da adrenalina e do cortisol, que são produzidos pelo organismo quando desenvolvemos emoções negativas.

        Como se não bastasse o choque emocional provocado pela notícia não-animadora do médico, o sistema de tratamento pela quimioterapia, radioterapia e tantos outros métodos agressivos ao organismo humano, adotados pela Medicina acadêmica, contribuem para acelerar a morte do doente. Portanto, ao examinar a íris do seu cliente e descobrir a existência de algum órgão afetado com algum mal ou enfermidade degenerativa, o terapeuta holístico tem por dever evitar transmitir a informação ao seu cliente; ao contrário, deve aplicar o tratamento adequado que o caso requeira e infundir neste confiança e esperança, mesmo sabendo que não seria capaz de resolver tal problema. Aliás, a cura só pode vir da parte do Deus Altíssimo, a única fonte de cura. Por isso, o Naturoterapeuta deve se conscientizar de que não é “curador”, mas, sim, um simples orientador e “auxiliar de Cristo” nessa obra de aliviar a humanidade sofredora. O Curador é o Altíssimo!
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FONTE: Antropologia da História da Medicina, 216 páginas
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