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Exercícios Terapêuticos

Exercícios Terapêuticos
O universo está em constante movimento. O movimento significa vida. O movimento de uma espiral de energia vitaliza a célula única que marca o início de nosso tipo de vida humana. À medida que esse tipo de vida evolui, nós nos constituímos em um ser que constantemente troca energia com o cosmo. À medida que esta energia passa através de nós, ela nos alimenta, nos nutri e cria o movimento interno e externo de nossas vidas. Na expressão natural deste intercâmbio encontramos nossa saúde. O intercâmbio de energia é aumentado pelo movimento, e o movimento perfeito do corpo é uma extensão do interior para o exterior enquanto recebe estímulos que movem do exterior para o interior. (Greg Broòshy)

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27.8.13

 
SOBRE A VITAMINA DE EXPOSIÇÃO AO SOL
(Compilado por Mike Adams, com base em uma entrevista com o Dr. Michael Holick, autor do livro “The UV Advantage)
A vitamina D evita a depressão, osteoporose, câncer da próstata, câncer da mama e, até mesmo efeitos do diabetes e obesidade. A vitamina D é talvez o nutriente mais subestimado no mundo da nutrição. Isso é provavelmente porque é “gratuita”: seu corpo a produz quando a luz solar atinge a sua pele. As empresas farmacêuticas não podem lhe vender a luz solar, por isso não há promoção dos seus benefícios à saúde.
A maioria das pessoas não sabe destes fatos verdadeiros sobre a vitamina D:
1. A vitamina D é produzida pela pele em resposta à exposição e radiação ultravioleta da luz solar natural.
2. Os saudáveis raios de luz solar natural que geram a vitamina D em sua pele não atravessam o vidro e, por isto, seu organismo não produz vitamina D quando você esta no carro, escritório ou em sua casa.
3. É quase impossível conseguir quantidades adequadas de vitamina D a partir da dieta. A exposição à luz solar é a única maneira confiável para seu corpo dispor de vitamina D.
4. Seria necessária a ingestão diária de dez copos grandes de leite enriquecido com vitamina D para obter os níveis mínimos necessários de vitamina D.
5. Quanto maior a distância da linha do equador e o lugar onde você vive, maior será a exposição ao sol necessária para gerar vitamina D, pois depende do ângulo de incidência dos raios solares. Canadá, Reino Unido, a maior parte dos EUA estão longe do equador e maior parte do Brasil está perto do equador.
6. Pessoas com a pigmentação escura da pele podem precisar de 20-30 vezes mais exposição à luz solar do que pessoas de pele clara para gerar a mesma quantidade de vitamina D. Por isto, também, o câncer de próstata é muito frequente entre homens negros - é a simples deficiência generalizada de luz solar.
7. Níveis suficientes de vitamina D são essenciais para a absorção de cálcio nos intestinos. Sem vitamina D suficiente, seu corpo não pode absorver o cálcio, tornando os suplementos de cálcio inúteis.
8. A deficiência crônica de vitamina D não pode ser revertida do rapidamente. São necessários meses de suplementação de vitamina D e de exposição à luz solar para “reconstruir” os ossos e o sistema nervoso.
9. Mesmo filtros solares fracos (FPS = 8) bloqueiam em 95% a capacidade do seu corpo de gerar vitamina D. É por isto que o uso constante de protetores solares provocam deficiência crítica de vitamina D.
10. A exposição à luz solar não gera a produção excessiva de vitamina D em seu corpo, porque ele se auto-regula e produz apenas a quantidade que necessita.
11. Se a pressão firme do seu osso esterno dói, você pode estar sofrendo de deficiência crônica de vitamina D.
12. A vitamina D é “ativada” pelos rins e fígado, antes de ser usada pelo organismo e, por isto, doenças renais ou hepáticas podem prejudicar muito a ativação da vitamina D circulante.
13. A indústria de protetores solares não quer que você saiba da necessidade de exposição ao sol, porque esta revelação significaria a queda nas vendas de seus produtos.
14. A vitamina D é um poderoso “remédio” que o seu próprio corpo produz inteiramente de graça e sem necessidade de prescrição médica!
15. Algumas substâncias denominadas “antioxidantes” aceleram muito a capacidade do organismo para lidar com luz solar, sem que ela nos provoque danos, também permitem que você fique exposto ao sol duas vezes mais tempo sem danos. Um exemplo de tais antioxidantes é a astaxantina, poderoso “filtro solar interno”. Outras fontes de antioxidantes similares são algumas frutas (açaí, romã, mirtilo, etc.), algumas algas e alguns crustáceos do mar (camarão, “krill”, etc.)
Doenças e condições causadas pela deficiência de vitamina D:
. A osteoporose é geralmente causada por falta de vitamina D que provoca deficiência na absorção de cálcio.
. A deficiência de vitamina D na infância causa o raquitismo, falta de calcificação dos ossos.
. A deficiência de vitamina D pode agravar o diabetes tipo 2 e prejudicar a produção de insulina pelo pâncreas.
. Bebês que recebem a suplementação de vitamina D (2.000 unidades por dia) têm um risco 80% menor de desenvolver diabetes tipo 1 durante os próximos vinte anos.
. A obesidade prejudica a utilização da vitamina D no organismo e obesos precisam de duas vezes mais vitamina D.
. A depressão, a esquizofrenia e os cânceres de próstata, de mama ovário e de cólon são frequentes em pessoas com deficiência de vitamina D. Portanto, níveis normais de vitamina D previnem estas doenças.
. O risco de desenvolver doenças graves como diabetes e câncer é reduzido de 50% a 80% através da exposição simples, à luz solar natural 2 a 3 vezes por semana.
. A depressão sazonal de inverno, muito comum nos países de clima temperado, é causada por um desequilíbrio da melatonina, devido à menor de exposição ao sol.
. A vitamina D é utilizada no tratamento da psoríase, doença inflamatória crônica da pele.
. Deficiência crônica de vitamina D é muitas vezes diagnosticada erradamente como fibromialgia, porque seus sintomas são muito semelhantes: fraqueza muscular e dores.
Estatística chocante! São deficientes em vitamina D: 40% da população dos EUA, 32% dos médicos e estudantes de medicina, 42% das mulheres afro-americanas em idade fértil, 48% das meninas de 9 a 11 anos, até 60% dos pacientes de hospitais, até 80% dos pacientes do lar de idosos e 76% das mulheres grávidas e 81% das crianças delas nascidas, as quais terão, mais tarde na vida, maior predisposição ao diabete tipo 1, à artrite, à esclerose múltipla e à esquizofrenia.
O que você pode fazer:
A exposição sensível à luz solar natural é a estratégia mais simples, mais fácil e ainda uma das mais importantes para melhorar a saúde. Se mais pessoas lessem estas informações, poderíamos reduzir drasticamente as taxas de várias doenças crônicas. A exposição à luz solar é realmente uma das terapias mais poderosas. Não há nenhuma droga, nenhum procedimento cirúrgico ou de alta tecnologia que chegue sequer perto do surpreendente efeito saudável da luz natural. E o melhor: você pode obtê-lo gratuitamente!!! E o pior: é por isso que quase ninguém o divulga! 



 
 
 
 
 
 
 
  
 
 

4.8.13

Amamentar Só Traz Vantagens

Introdução
"Amamentar traz inúmeras vantagens, tanto para a mãe, quanto para o bebê. Diversas pesquisas científicas, ao redor do planeta, vem comprovando que o aleitamento materno está relacionado à prevenção de uma série de doenças, como o câncer de mama para a mãe e à obesidade para o bebê."
Ninguém duvida, hoje em dia, que a amamentação traz incontáveis benefícios, tanto para a mãe quanto para o filho - e vai-se ainda mais longe: amamentar também beneficia toda a família e até mesmo o planeta. Como esta primeira semana de agosto é dedicada ao aleitamento materno, cabe nos aprofundarmos no tema aleitamento. Vejamos, portanto, as principais vantagens de amamentar, segundo a Dra. Felicity Savage King.
Aleitamento Materno Exclusivo
Na opinião da Dra. Felicity Savage King, é indiscutível que a amamentação é essencial para o bom desenvolvimento físico e psíquico do bebê. Com um ano de idade já é possível observar significantes vantagens psicomotoras e sociais nos bebês que são amamentados no peito.

Do ponto de vista nutricional, o leite materno contém todos os ingredientes de que a criança precisa nos primeiros seis meses de vida, sendo dispensável qualquer outro alimento. Um bebê de até seis meses não precisa sequer beber água, pois o leite materno já contém água suficiente para mantê-lo hidratado. Contém ainda proteína, vitaminas, ferro, sais, cálcio, fósforo e gordura nas medidas certas, assim como possui uma enzima especial, chamada lípase, que ajuda o bebê a digerir as gorduras.

O leite materno também contém endorfina, uma substância química que ajuda a suprimir a dor. Principalmente, o leite materno possui os anticorpos necessários para que a criança se defenda das muitas doenças que podem atacá-la em seus primeiros meses de vida. Os bebês que amamamentam no seio também estão menos sujeitos às infecções, porque o leite materno é estéril, isento de bactérias e contém fatores anti-infecciosos, tais como leucócitos, imunoglobinas, lactoferrina, fator bífido, entre outros. Estes ingredientes, na medida para o ser humano, só podem ser encontrados no leite materno - o leite de vaca, como dizem os especialistas, é bom para o bezerro.

Frente às mamadeiras, o aleitamento materno é ainda mais evidentemente vantajoso. De acordo com uma série de pesquisas, crianças amamentadas no seio correm menos risco de se tornar obesas, de contrair cáries, de desenvolver alergias, e de ter problemas de fala (o ato de sugar ajuda no desenvolvimento das mandíbulas).

Além de todas estas vantagens, crianças amamentadas desenvolvem um vínculo mais forte com suas mães, sentem-se menos rejeitadas, são mais seguras. E no que diz respeito a equilíbrio emocional, um estudo realizado em 2011 na Universidade de Minnesota revelou ainda que esse relacionamento estabelecido entre mãe e filho nos primeiros meses de vida da criança pode influenciar o comportamento dele em relacionamentos amorosos em sua vida adulta.
Um outro estudo publicado na revista Breastfeeding Medicineencontrou uma ligação entre as taxas de aleitamento materno e a probabilidade de desenvolvimento de hiperatividade com déficit de atenção (TDAH). Segundo ele, as crianças que receberam leite não materno aos três meses de idade apresentaram três vezes mais risco de desenvolver TDAH do que aquelas que receberam leite materno.
Os bebês prematuros, em especial, se beneficiam da amamentação, pois o leite materno produzido pelas mães que tiveram bebês prematuros é diferente do leite de mulheres que cumpriram toda a sua gestação. Durante todo o primeiro mês, ele é muito mais forte, similar ao colostro (o leite das primeiras mamadas, mais escuro e forte).

As mães também se beneficiam

Não só os bebês são cobertos de benefícios com o aleitamento materno. As mães também podem ver uma série de vantagens em amamentar: perda de peso mais rápido, menos chance de hemorragia no pós-parto, menor risco de contrair câncer de mama, menor probabilidade de ficar anêmica, menos probabilidade de contrair osteoporose na velhice, entre outras.
Pesquisas demonstraram que amamentação também favorece a saúde da mãe, podendo reduzir o risco materno para doença cardíaca e diabetes, por exemplo. Avaliando mais de 2 mil mulheres com idades entre 40 e 78 anos, os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, descobriram que, entre as mulheres que não amamentaram seus filhos, 26,7% tiveram diabetes mais tarde, comparadas com apenas 18% daquelas que alimentaram seus filhos exclusivamente com o leite materno por pelo menos um mês, e 17,5% daquelas que não tiveram filhos.
Um outro estudo realizado na mesma universidade a partir da análise de dados de 140 mil mulheres na pós-menopausa – todas haviam tido filhos – indicou que aquelas que amamentaram por um ou mais meses eram menos propensas a ter diabetes, pressão alta e colesterol alto. E, o aleitamento materno por mais de seis meses no total foi associado à proteção contra infartos e derrames.
Para completar, enquanto estão amamentando, as mulheres correm menos risco de engravidar. No entanto, é bom que fique claro que amamentar não é um método contraceptivo seguro e segue sendo importante contar com um médico que indique uma forma de contracepção suplementar.

Vantagens para a família 

Amamentar também é vantajoso para a família inteira. Afinal, um bebê que mama no peito é mais econômico, adoece menos, chora menos e torna a vida de toda a família mais tranqüila.

Além disso, amamentar é considerado um ato ecológico: evita o uso de uma série de produtos embalados com alumínio, plástico e outros materiais que não são biodegradáveis, como latas de leite em pó, mamadeiras, bicos, entre outros.

Depoimento

Estes dados, aparentemente científicos, foram comprovados na prática pela cabeleireira Maria Nilda Alves de Souza, 36 anos, que amamentou no peito o filho de sete anos por dois anos e meio. Ela afirma: "amamentar é uma experiência maravilhosa, pelo contato que estabelece entre a mãe e o filho. Toda mulher deveria passar por isso", recomenda. Mesmo do ponto de vista estético Maria Nilda não hesita em recomendar a amamentação: "Eu emagreci tão rápido! Em 40 dias estava usando as minhas roupas novamente, vestindo jeans e tudo!", conta. Ela garante que quem pensa que os seios caem depois da amamentação está enganado: "não caem não! E mesmo que caíssem, as vantagens são tão grandes que compensaria!", afirma.

A cabeleireira conta que o seu médico a informou, durante o pré-natal, que quem amamenta tem menos chances de contrair câncer de mama, osteoporose e outras doenças. "Amamentar só tem vantagens", diz. Ela ensina que, durante a gravidez, a mãe deve passar uma bucha no bico do seio quando tomar banho, para ir perdendo a sensibilidade e evitar as rachaduras.

Maria Nilda, mulher de um professor, ficou um ano e nove meses em casa, com o filho, e diz que nem por isso deixou de contribuir para o apertado orçamento familiar: costurou para fora durante este período, e atesta: "Valeu a pena". Seu filho, aos sete anos, é o mais alto da turma e já calça 35/36, além de ter uma excelente arcada dentária, nenhuma cárie e uma saúde de ferro. Ela aconselha: "um cuidado que a mãe precisa ter é de dar os dois peitos na mesma proporção para a criança, porque ela tende a preferir o seio esquerdo, onde ouve melhor o som do coração. Com isso, a mãe pode sair da amamentação com um seio maior do que o outro", alerta.
Copyright © Bibliomed, Inc. Publicado em 2000, revisado em 1º de agosto de 2013.
Fonte: Boletim Informativo de Boa Saúde