Música Celtica

Exercícios Terapêuticos

Exercícios Terapêuticos
O universo está em constante movimento. O movimento significa vida. O movimento de uma espiral de energia vitaliza a célula única que marca o início de nosso tipo de vida humana. À medida que esse tipo de vida evolui, nós nos constituímos em um ser que constantemente troca energia com o cosmo. À medida que esta energia passa através de nós, ela nos alimenta, nos nutri e cria o movimento interno e externo de nossas vidas. Na expressão natural deste intercâmbio encontramos nossa saúde. O intercâmbio de energia é aumentado pelo movimento, e o movimento perfeito do corpo é uma extensão do interior para o exterior enquanto recebe estímulos que movem do exterior para o interior. (Greg Broòshy)

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26.12.13

Alimentos processados são ricos em gordura trans

20 de novembro de 2013 (Bibliomed). Alimentos processados são ricos em gorduras trans, que prejudicam a saúde. Essas são utilizadas para aumentar a validade, mas podem acarretar em maior risco de desenvolvimento de doenças cardíacas.
Apesar de muito debatido, o risco da gordura tans só foi divulgado oficialmente pela Agência de Medicamentos e Alimentos dos Estados Unidos (FDA) agora, o que abre caminho para que autoridades legislem com maior rigidez sobre o uso dessas em alimentos.
Biscoitos, salgadinhos, doces e outros alimentos industrializados que são classificados como assados contêm gorduras trans em estado sólido, pois essa dá a eles uma consistência menos oleosa. Já na pipoca de microondas, a gordura trans é utilizada para conservar o produto.
Pizzas e salgados congelados contêm gordura trans para prolongar a duração, além da manteiga vegetal e margarina em barra. Creme para café e glacê pronto para uso também contêm o lipídeo.
Fonte: BBC, 12 de novembro de 2013
Copyright © 2013 Bibliomed, Inc.

15.12.13

Canetas de laser danificam a visão
 PostDateIcon novembro 28th, 2013 | PostAuthorIcon Autor: Natália Barbosa

 Muito populares entre crianças e adolescentes, as canetas de laser são vendidas como brinquedos em vários estados brasileiros. O que muitas pessoas não sabem é que essa luzinha, aparentemente inofensiva, pode causar sérios problemas nos olhos.

 Um tipo de laser de alta frequência, que pode ser facilmente confundido com os apontadores de laser utilizados em apresentações, está sendo comercializado e vendido como brinquedos.

 Relatório dos hospitais King Khaled Eye Specialist, na Arábia Saudita, e Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostrou que a exposição a esse tipo de laser já causaram 14 casos de danos oculares. Os casos começaram a aparecer em 2012, e foram acompanhados até meados deste ano. Após este período, foram notificados mais 16 casos.

 As lesões ocorreram durante brincadeiras e todos os envolvidos eram jovens do sexo masculino, com idades entre 11 e 30 anos. Algumas foram acidentais, mas outras envolveram um companheiro apontando intencionalmente o feixe de laser para os olhos da vítima. As lesões envolveram desde ferimentos leves até casos de perfurações na retina.

Fonte: Boletim Informativo de Boa Saúde

1.12.13

Chá para Refluxo


O refluxo gastroesofágico é um problema que atinge o sistema digestivo, mas pode alcançar outras partes do organismo, principalmente o sistema respiratório. Devido a vários fatores, a válvula que separa o estômago e o esôfago deixa de funcionar normalmente, fazendo com que parte dos ácidos digestivos voltem pelo esôfago. Por isso, o principal sintoma do refluxo é a queimação, que parece subir pelo peito até a garganta. Para combater esse sintoma, a ingestão de alguns chás é bastante eficaz. Veja a receita:
Gengibre

Você vai precisar de:

  • colher (sobremesa) de camomila
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado
  • 1/2 litro de água filtrada

Modo de preparo:

Ferva a água e despeje sobre a camomila. Abafe o chá por 5 minutos. Depois desse tempo junte o gengibre e deixe tampado por mais 5 minutos. Em seguida coe e tome morno.

Fonte: Receita Natural

29.11.13

Saiba mais sobre o câncer e como se prevenir
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27/11: Dia Nacional de Combate ao Câncer

Olá !
Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo. A prevenção do câncer nem sempre é possível, mas há fatores de risco que estão na origem de diferentes tipos de tumor.

Confira as 10 dicas do INCA para se proteger do câncer:

1. Pare de fumar! Esta é a regra mais importante para prevenir o câncer. Se precisar de ajuda, consulte um psiquiatra para ter suporte com programas de anti-tabagismo.
2. Coma mais frutas, legumes, verduras, cereais e menos alimentos gordurosos, salgados e enlatados. Uma alimentação saudável pode reduzir as chances de câncer em pelo menos 40%. Procure um nutrólogo ou um nutricionista para ter uma dieta adequada.
3. Evite ou limite a ingestão de bebidas alcoólicas. Os homens não devem tomar mais do que dois drinques por dia. As mulheres devem se limitar a um drinque.
4. É aconselhável que homens, entre 50 e 70 anos orientem-se sobre a necessidade de investigação do câncer da próstata. Homens com histórico familiar de pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos devem realizar consulta médica para investigação da doença a partir dos 45 anos. Procure um urologista perto de você.
5. Pratique atividades físicas moderadamente durante pelo menos 30 minutos, cinco vezes por semana. Se precisar, procure um educador físico.
6. As mulheres com 40 anos ou mais devem realizar o exame clínico das mamas anualmente. Além disto, toda mulher entre 50 e 69 anos deve fazer uma mamografia a cada dois anos. Mulheres com caso de câncer de mama na família (mãe, irmã, filha etc, diagnosticados antes dos 50 anos), ou aquelas que tiverem câncer de ovário ou câncer em uma das mamas, em qualquer idade, devem realizar anualmente o exame clínico e mamografia, a partir dos 35 anos de idade. Consulte um mastologista.
7. As mulheres com idade entre 25 e 64 anos devem realizar o preventivo ginecológico periodicamente. Após dois exames com resultado normal com intervalo de um ano, o preventivo pode ser feito a cada três anos. Para os exames alterados, deve-se seguir as orientações médicas. Visite seu ginecologista.
8. É recomendável que mulheres e homens com 50 anos ou mais realizem exame de sangue oculto nas fezes, a cada ano (preferencialmente), ou a cada dois anos. Consulte-se com um clínico geral.
9. Evite exposição prolongada ao sol, entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar. Um dermatologista pode ajudá-lo a se proteger e a diagnosticar algum problema com antecedência.
10. Realize diariamente a higiene oral (escovação) e consulte o dentista regularmente.

24.11.13

Câncer X Quimioterapia

        Nos casos de câncer, a Medicina acadêmica submete seus pacientes ao tratamento pela quimioterapia cujo método, por ser agressivo ao organismo humano, torna o corpo do doente enfraquecido, com baixa imunidade, antecipando a morte deste. Esse método terapêutico de combate ao câncer foi criado pela Medicina Nazista e usado pela primeira vez um pouco antes da deflagração da Segunda Guerra Mundial, pelos médicos nazistas, sob orientação de Adolf Hitler, tendo os judeus como as primeiras cobaias humanas. Antes, as experiências eram feitas exclusivamente em animais.

        Desde que foi introduzida no tratamento médico a quimioterapia continua sendo um modismo da Medicina moderna. Até agora a Medicina Alopata não conseguiu vencer o câncer porque trata essa enfermidade como uma doença localizada. O câncer é uma doença geral do corpo. O tumor não é o câncer; é simplesmente o sintoma da enfermidade. A doença está no sangue; este é que deve ser tratado. A Natureza, por ser sábia, junta as impurezas do sangue ou as substâncias mórbidas em um só lugar, formando um tumor em algum órgão ou parte do corpo. O objetivo é proteger o resto do organismo. A formação do tumor não é uma ameaça à vida, mas, sim, uma resposta à agressão ao organismo ao longo dos anos; é uma prova de que o sistema imunológico está ativo ou vigilante na proteção global do corpo.

        Adotando o tratamento pela quimioterapia, ou pela radioterapia, a Medicina acadêmica, segundo a escritora Ellen White, dá prova de que não conhece a maquinaria humana. Com esse procedimento, tratando o doente pelo emprego de drogas, a Medicina faz um trabalho contrário à Natureza, espalhando pelo corpo inteiro, através da corrente sanguínea, as células cancerosas, dando uma “falsa sensação de cura” com a redução do tumor. Já em caso de cirurgias, no momento em que o tumor é extirpado, este se enraíza no órgão mais próximo reaparecendo 3 a 5 anos após a intervenção cirúrgica.

        Ante a debilidade do sistema imunológico humano, que é provocada pela quimioterapia, o doente começa a sentir fraqueza, náuseas, queda de cabelo e prostração. Conclusão: a quimioterapia não cura câncer, e sim, reduz a vida do doente antecipando a morte deste. Ellen White chama isso de “assassinato”. Para escapar com vida o doente tem que possuir um sistema imunológico muito resistente à envenenamento, como é o caso de algumas pessoas que se livram de um tumor após submeter-se a alguma sessões de quimioterapia ou radioterapia. Nesse caso o tumor se recolhe com o tratamento e passa muitos anos para reaparecer.

Choque Emocional

Uma pessoa, mesmo sendo portadora de um câncer ou AIDS, poderá conviver com a doença e viver muitos anos desde que não saiba da existência da enfermidade, ou a ignore que é fatal. “O choque emocional ao receber a informação de que possui determinado mal, leva a acelerar a morte do doente” (Medicina Energética, pág. 51).

        Os casos tidos como incuráveis ou insolúveis pela Medicina Alopata são resolvidos num pequeno espaço de tempo pela Medicina Natural, isto porque, além de promover a desintoxicação do organismo, o terapeuta holístico transmite ao doente confiança e esperança na sua recuperação. A questão é que, as emoções como a ansiedade, o medo e a raiva causam alterações em certos elementos químicos presentes no cérebro conhecidos como “neurotransmissores”, os quais podem influir na secreção de hormônios como o “adrenocorticotrófico”, da glândula pituitária.

        No caso de um choque emocional, ocorre uma superprodução do referido hormônio que estimulam as supra-renais na produção de “adrenalina” e “cortisona”, na corrente sanguínea, provocando a elevação da pressão arterial, levando o doente a fraquejar e perder o ânimo de viver. Sendo assim, no momento em que você ouve uma notícia não agradável, seus pensamentos começam a se desorganizar repentinamente, podendo surgir no momento tontura, palpitação do coração, falta de ar, tremores nas pernas, secura da garganta, dilatação da pupila e enrijecimento dos ombros e trapézios.

         Ao receber uma boa notícia ou desenvolver esperança, acontece o contrário: o cérebro produz “endorfina”, um hormônio que alivia as dores e, conseqüentemente, prolongando a vida. Considerada como o “elixir da longa vida”, a endorfina é um hormônio neuro-receptor da morfina, presente em certas estruturas do cérebro. Quando liberado pelo cérebro, sentimos uma sensação de bem-estar. Essa substância diminui a sensação de dor e aumenta a resistência contra enfermidades. É o contrário da adrenalina e do cortisol, que são produzidos pelo organismo quando desenvolvemos emoções negativas.

        Como se não bastasse o choque emocional provocado pela notícia não-animadora do médico, o sistema de tratamento pela quimioterapia, radioterapia e tantos outros métodos agressivos ao organismo humano, adotados pela Medicina acadêmica, contribuem para acelerar a morte do doente. Portanto, ao examinar a íris do seu cliente e descobrir a existência de algum órgão afetado com algum mal ou enfermidade degenerativa, o terapeuta holístico tem por dever evitar transmitir a informação ao seu cliente; ao contrário, deve aplicar o tratamento adequado que o caso requeira e infundir neste confiança e esperança, mesmo sabendo que não seria capaz de resolver tal problema. Aliás, a cura só pode vir da parte do Deus Altíssimo, a única fonte de cura. Por isso, o Naturoterapeuta deve se conscientizar de que não é “curador”, mas, sim, um simples orientador e “auxiliar de Cristo” nessa obra de aliviar a humanidade sofredora. O Curador é o Altíssimo!
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FONTE: Antropologia da História da Medicina, 216 páginas
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22.11.13

Câncer de Prostata

O câncer da próstata é uma doença maligna; a próstata é uma pequena glândula masculina que se localiza abaixo da bexiga e acima do reto (porção final do intestino, que se abre no ânus). A função da próstata, basicamente, é a de produzir um líquido seminal que ajudar a carregar o esperma durante a ejaculação. Nos Estados Unidos da América, estima-se que aproximadamente 234.000 casos sejam diagnosticados a cada ano, sendo que cerca de 27.000 homens morrem a cada ano devido a essa doença.
Embora muitos homens sejam diagnosticados com câncer de próstata, a maioria deles não morrem por essa doença. Enquanto o risco de diagnóstico desse câncer, durante a vida, seja de 17%, apenas 3% dos pacientes morrem devido ao câncer. Além disso, já foi demonstrado que até 30% dos homens que morrem após os 50 anos apresentam câncer de próstata que não foi diagnosticado em vida. Isso sugere que o câncer de próstata pode crescer tão lentamente que muitos homens morrem por outras causas, antes de desenvolverem sintomas relacionados ao câncer de próstata.
No Brasil, as estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) mostram que serão diagnosticados aproximadamente 49.530 casos de câncer de próstata, em 2008. Isso corresponde a uma razão de 52 casos para cada 100.000 mulheres. O câncer de próstata é o mais diagnosticado em todas as regiões do país, quando se exclui os casos de câncer de pele não-melanoma. O câncer de próstata é considerado um câncer da terceira idade, já que três quartos dos casos do mundo ocorrem nos homens com mais de 65 anos.
Fatores de Risco
- Idade: todos os homens apresentam risco de desenvolvimento de câncer de próstata, porém o risco aumenta significativamente com o avançar da idade. Esse câncer raramente é diagnosticado em indivíduos com menos de 50 anos.
- Ascendência Negra: os homens negros desenvolvem câncer de próstata com maior freqüência que os homens brancos. Além disso, o risco de morte por esse câncer também é maior entre homens negros.
- História Familiar: os homens que possuem um parente de primeiro grau (pai ou irmão) que teve câncer de próstata apresentam maior risco de desenvolver a doença.
- Dieta: dieta rica em gordura animal pode aumentar o risco de câncer de próstata.
Rastreamento
O rastreamento do câncer de próstata envolve basicamente dois tipos de exames: (1) toque retal; e (2) dosagem do PSA (antígeno prostático específico).
1. Toque Retal
No toque retal, o médico introduz o dedo indicador no canal do reto do paciente, e procura identificar qualquer alteração como nódulos ou irregularidades na superfície da próstata. A próstata encontra-se encostada na parede do reto, por isso pode ser sentida através do toque retal. Esse exame consegue detectar alguns casos de câncer que não são demonstrados pela dosagem do PSA, no entanto não é possível atingir todas as regiões da próstata durante o exame. Devemos lembrar que em alguns casos os tumores são tão pequenos que não podem ser sentidos pelo toque retal.
2. PSA
O PSA é uma proteína produzida pela próstata, sendo que o exame de sangue é capaz de detectar a quantidade de PSA que a próstata está produzindo. Embora muitos homens com câncer de próstata apresentem níveis aumentados de PSA (acima de 4,0ng/mL), nem sempre níveis aumentados significam câncer. Uma doença benigna denominada Hiperplasia Prostática Benigna também pode estar associada a aumento do PSA; outras causas seriam infecção ou traumatismo da próstata. A prática de atividade sexual pode elevar o PSA, de forma que o exame deve ser realizado pelo menos 48 horas após o sexo.
De maneira geral, quanto maior o valor do PSA, maior a chance de o paciente apresentar câncer de próstata; no entanto, alguns pacientes com esse câncer não apresentarão PSA aumentado. Assim, o exame isoladamente não é 100% seguro.
Se o toque retal ou o PSA forem positivos, não se deve ficar alarmado, já que existem causas benignas de alterações. Porém, esses resultados não podem ser ignorados. Nessa situação, recomenda-se a realização de outros exames para se confirmar a presença ou não da doença.
Diagnóstico
Na confirmação do diagnóstico de câncer de próstata, dois exames são fundamentais, sendo realizados ao mesmo tempo.
1. Ultra-som Transretal
O US transretal pode ser feito no consultório, sem necessidade de sedação ou anestesia. Nesse exame, a sonda é introduzida pelo ânus e utiliza ondas de som dirigidas em direção à próstata. O computador converte os sinais detectados em imagens da próstata. Aproximadamente 80% dos cânceres apresentam achados anormais ao US, podendo-se identificar nódulos e irregularidades. Durante o exame, é realizada coleta de material para biopsia, com auxilio de uma agulha que é introduzida no interior da próstata, em regiões suspeitas. Várias amostras devem ser obtidas.
2. Biopsia Prostática
A biopsia da próstata é recomendada quando o exame de toque retal está alterado (próstata aumentada ou com irregularidades) ou se o PSA está acima de 4,0ng/mL. No entanto, dependendo da velocidade de aumento do PSA, em um ano, a biopsia pode ser indicada mesmo se o PSA estiver abaixo desse valor. A coleta das amostras é realizada durante o US transretal, e dura cerca de 15 minutos.
Essas amostras são examinadas no microscópio por um médico patologista, que vai definir se existe ou não câncer. Além disso, ele classifica o câncer dando uma nota composta por dois números, mostrando se o câncer é mais ou menos agressivo (quanto maior a soma dos dois números, mais agressivo é o câncer).
Após a coleta da biopsia, o paciente pode sentir um desconforto no reto ou região do períneo, podendo eliminar sangue ou sêmen na urina.
Tratamento
O tratamento do câncer de próstata é determinado de acordo com o acometimento pela doença. Quando o câncer é inicial e acomete apenas a próstata, sem disseminação para outros órgãos, o tratamento se baseia na cirurgia ou radioterapia. A cirurgia envolve a retirada de toda a próstata e estruturas próximas, com o objetivo de eliminar todo o tumor existente. A radioterapia é um tipo de tratamento oncológico no qual se aplicam feixes de raio X na região da próstata; esses raios X levam a alterações moleculares específicas na região do tumor e levam à morte das células tumorais. Essas duas opções de tratamento apresentam resultados semelhantes, e serão escolhidas de acordo com diversos fatores relacionados ao paciente e à doença.
No caso da doença avançada, ou seja, quando o tumor saiu da próstata e acomete outros órgãos, como os ossos, o tratamento visa o controle da doença e dos sintomas. Nesses casos, o paciente pode apresentar dor intensa, devido às metástases ósseas ou outros sintomas relacionados aos órgãos acometidos. O tratamento se baseia na redução dos níveis de testosterona. Esse hormônio masculino, produzido principalmente nos testículos, atua estimulando as células tumorais a crescerem e multiplicarem, fazendo com que o câncer aumente. O tratamento de redução dos níveis de testosterona pode ser feito de duas maneiras: (1) cirurgia, com a realização de orquiectomia; ou (2) hormonioterapia. A cirurgia consiste na raspagem do testículo, deixando-se apenas a porção mais externa, ou cápsula; com isso, retira-se o principal responsável pela síntese de testosterona. A hormonioterapia é realizada com medicamentos, injetáveis no músculo e comprimidos, que bloqueiam a produção da testosterona. As duas opções são equivalentes, podendo ser escolhidas conforme a preferência e comodidade para o paciente. Os efeitos colaterais associados a esse tratamento são decorrentes da redução da testosterona: redução do interesse pelo sexo, impotência, ondas de calor (como na menopausa) e aumento temporário do volume da mama. No entanto, devemos ressaltar que todos esses efeitos colaterais podem ser adequadamente tratados.
Quando o tumor é avançado e não responde ao tratamento com redução dos níveis de testosterona, está indicada a realização de quimioterapia. Assim, esse tipo de tratamento representa o último caso, no câncer de próstata.

Fonte: Boa Saúde.

11.11.13

Teste de azeite de oliva: pior resultado entre os quatro já realizados pela Proteste

A Proteste Associação de Consumidores testou 19 marcas de azeite extravirgem e constatou que quatro têm indícios de fraude contra o consumidor. Na análise sensorial, apenas oito delas apresentam qualidade de extravirgem. Sete são virgens. Uma das marcas avaliadas, Borges, cujo azeite era virgem, em lugar de extra virgem, como indicado na rotulagem, tentou obter censura prévia na justiça antes mesmo da divulgação dos resultados. O juiz Gustavo Coube de Carvalho, da Nona Vara do Fórum Central de São Paulo contudo, negou a liminar.

O juiz disse na sentença que não há previsão de censura prévia no ordenamento jurídico brasileiro, cabendo ao ofendido "o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem", nos termos do art. 5º, incisos IV e V, da Constituição Federal.

De quatro testes que a Proteste já realizou com esse produto, este foi o que teve pior resultado, com o maior número de fraudes contra o consumidor. Foram detectados indícios de fraude nas marcas de azeite de oliva extravirgem: Figueira da Foz, Tradição, Quinta d’Aldeia e Vila Real. Os quatro produtos foram desclassificados do teste, pois não poder sequer ser considerados azeites. As propriedades antioxidantes do azeite de oliva são os grandes atrativos desse produto, devido ao seu efeito benéfico à saúde. Mas para que o azeite mantenha suas características, é importante que ele não seja misturado a outras substâncias. Assim, as fraudes, além de serem um abuso contra o consumidor, podem reduzir ou até eliminar as qualidades benéficas para a saúde.

Os quatro, na verdade, são uma mistura de óleos refinados, com adição de outros óleos e gorduras. Em diversos parâmetros de análise, essas marcas apresentaram valores que não estão de acordo com a legislação vigente. Os testes realizados indicaram que os produtos não só apresentam falta de qualidade, como também apontaram a adição de óleos de sementes de oleaginosas, o que caracteriza a fraude.

Outros sete não chegam a cometer fraude como esses, mas também não podem ser vendidos como extravirgens. O consumidor paga mais caro acreditando estar comprando o melhor tipo de azeite e leva para casa um produto de qualidade inferior.

Não é a primeira vez que a Proteste detectou fraude nesse tipo de alimento e, novamente, vai notificar o Ministério Público, a Anvisa e o Ministério da Agricultura, exigindo fiscalização mais eficiente. Nos três testes anteriores, foram detectados problemas. Em 2002, foram avaliados os virgens tradicionais e foi encontrado fraude. Em 2007, a situação se repetiu com os extravirgens. Em 2009, uma marca se dizia ser extravirgem e não era. Isso demonstra que os fabricantes ainda não recebem a fiscalização necessária.

É considerado fraude quando o produto é comercializado fora das especificações estabelecidas por lei. Para as análises, foram considerados diversos parâmetros físico-químicos para detectar possíveis fraudes: espectrofotometria (presença de óleos refinados); quantidade de ceras, estigmastadieno, eritrodiol e uvaol (adição de óleos obtidos por extração com solventes); composição em ácidos graxos e esteróis (adição e identificação de outros óleos e gorduras); isômeros transoleicos, translinoleicos, translinolênicos e ECN42 (adição de outras gorduras vegetais).

Na análise sensorial, defeitos ficam óbvios

Para a análise sensorial, convidamos especialistas para avaliar a qualidade das amostras quanto ao aroma, à textura e ao sabor de acordo com parâmetros técnicos. Segundo a legislação, em azeites extravirgens não podem ser encontrados defeitos na análise sensorial. Nessa avaliação, apenas oito marcas tinham qualidade de azeite extravirgem de acordo com os especialistas. Entre as outras, sete tinham defeitos que, pela legislação, os caracterizavam como azeites virgens. São elas: Borges, Carbonell, Beirão, Gallo, La Espanhola, Pramesa e Serrata. As quatro marcas com problemas de fraude foram consideradas, pela análise sensorial, como azeites lampantes.

Para os especialistas, o produto mais apreciado foi o Olivas do Sul. Outros bem avaliados foram os azeites Cocinero e Carrefour.

Todas as marcas testadas foram: Olivas do Sul; Carrefour; Cardeal; Cocinero; Andorinha; La Violetera; Vila Flor; La Espanhola; Carbonell; Serrata; Beirão; Qualitá; Gallo; Pramesa; Borges; Tradição; Quinta da Aldeia; Figueira da Foz e Vila Real.

Entre as marcas testadas podem ser considerados extravirgem: (Olivas do Sul; Carrefour; Cardeal; Cocinero; Andorinha; La Violetera; Vila Flor; Qualitá); são virgens: (La Espanhola; Carbonell; Serrata; Beirão; Gallo; Pramesa; Borges); e são mistura de óleos refinados: (Tradição; Quinta da Aldeia; Figueira da Foz e Vila Real).

A Proteste também verificou que nem sempre vale a pena optar pelo mais caro. Preço e renome nem sempre são sinônimos de maior qualidade. O melhor do teste foi, de fato, o que custa mais caro entre os testados. Porém, a avaliação mostra que há outros produtos de boa qualidade que custam bem menos.

Data de validade difícil de ler

A maioria das marcas traz na rotulagem a data de fabricação, com exceção da Cocinero e La Violetera. Essa informação não é exigida por lei, mas a Proteste considera importante para que se possa optar pelo produto mais fresco. No caso da Cocinero, há o agravante de a data de validade não ser muito fácil de ler, assim como na do Borges.

Além disso, nenhum azeite testado informa o prazo de validade depois de aberto. E o Serrata é o único que não traz um telefone ou outra forma de contato com o serviço de atendimento ao consumidor (SAC) do fabricante.

Na avaliação do estado de conservação dos produtos, nenhum deles teve um mau desempenho, mas Figueira da Foz, Tradição, Quinta d’Aldeia e Vila Real tiveram resultado apenas “aceitável” nessa avaliação. E os mesmos, com exceção do Tradição, apresentaram problemas também nas medições que se referem à qualidade.

10.11.13


"Existem na natureza do planeta Terra plantas especificamente terapêuticas para cada doença; são vegetais que curam qualquer consequência mórbida do metabolismo humano. Sempre deve coincidir a situação psíquica da pessoa afetada pela doença com o tipo astrológico da planta. O importante é colher o vegetal em sua plenitude energética e usá-lo para o bem estar da saúde física e mental.

Por exemplo: a bronquite asmática é uma doença de origem astral, proveniente de excessivos acúmulos psíquicos. Podem vir de muitas encarnações, transformando-se, às vezes, em crises agudas, conforme a influência boa ou má do astral da Lua. No aspecto mau, ela oprime  fortemente os brônquios e musculatura lisa dificultando a entrada do ar, não permitindo que o alimento seja queimado no organismo, obrigando o coração a trabalhar mais forçado, o que resulta em hipertensão arterial.

Os Mestres recomendam curar essa moléstia de acúmulos psíquicos com semente de beldroega amassada e mel. É uma planta astrológica lunar capaz de dilatar os brônquios"

Fonte: Verdade Suprema
             Sri Maha Krishna Swami


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BELDROEGA 


Nome popular BELDROEGA
Nome científico Portulaca oleracea L.
Fotos ampliadas 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8
Família Portulacáceas
Sinonímia popular Salada-de-negro, caaponga, porcelana
Sinonímia científica Portulaca marginata Kunth.
Parte usada Planta inteira
Propriedades terapêuticas Diurética, laxante, vermífuga, antiescorbútica, sudorífera, colerética, depurativa, emoliente, anti-inflamatória, antipirética e antibacteriana.
Princípios ativos Ácido oxálico, sais de potássio (nitrato, cloreto e sulfato) ( 1% na planta fresca e 70% na planta seca), derivados da catecolamina (noradrenalina, DOPA e dopamina, em altas concentrações), ômega 3.
Indicações terapêuticas Depurativa do sangue, disenteria, enterite aguda, mastite, hemorróidas, cistite, hemoptise, cólicas renais, queimaduras, úlceras, inflamação dos olhos,
Informações complementares

Outros sinônimos científicos

Portulaca marginata Kunth.
Portulaca oleracea subsp. Sylvestris (DC.) Thell.
Portulaca oleracea var. opposita Poelln.
Portulaca retusa Engelm.
Outros sinônimos populares

Ora-pro-nobis, bredo-do-porco, verdolaga, beldroega-pequena, beldroega-da-horta, onze-horas.
Origem

A literatura é um pouco confusa quanto a sua origem. Tem-se referência de que ela seja nativa da China, Japão, Índia, África e partes da Europa. Outras literaturas trazem referência de que as espécies desta família são originárias principalmente da América ocidental e andina.
Outros princípios ativos

Mucilagem, saponina, vitamina C (700mg por 100g da planta fresca), proteína, alcalóides (0,03%), glicosídeos, esteróis, óleo essencial, resinas, ácidos orgânicos, ômega 3 (é a planta conhecida mais rica em ômega 3 encontrado em óleos de peixes).
Nome em outros idiomas

Alemão: Portulak
Espanhol: Verdolaga
Francês: Poupier
Inglês: Purslane
Italiano: Portulaca
Árabe: Bakli, Farfhin
Grego: Glystiritha
Armênia: Perper
Uso medicinal

A Beldroega é considerada uma planta refrescante. A beldroega tem valiosos minerais, vitaminas, e grande quantidade de ácido salicílico. Em infusões é tônica e depurativa do sangue.
É empregada internamente contra disenteria (principalmente infantil), enterite aguda, mastite e hemorróidas. As folhas são utilizadas contra cistite, hemoptise, cólicas renais, queimaduras e úlceras.

Suas folhas tem propriedades diuréticas e refrescantes. Aplicadas sobre as feridas favorecem a cicatrização e, em decocções, combatem as inflamações dos olhos. Colocando-se folhas de beldroega debaixo da língua ajuda a acalmar a sede.

As folhas também podem ser aplicadas como compressas para acalmar hematomas e inflamações nos olhos.

As sementes são vermífugas poderosas e excelentes emenagogas. O suco é particularmente efetivo, internamente ou externamente no tratamento de doenças de pele.

Indígenas das Guianas usam-na contra diabetes, para problemas digestivos e como emoliente e, externamente, como ungüento para problemas musculares.

Estudos clínicos têm mostrado que esta planta é rica fonte de ácido graxo Omega-3, substância importante na prevenção de infartos e no fortalecimento do sistema imunológico. Devido a presença de catecolaminas em seu extrato aquoso verificou-se também uma ação relaxante na musculatura.

Dosagem indicada

Diurético (infusão) 
Colocar, em uma xícara de água fervente, uma pitada de folhas de beldroega. Passado 15 minutos, filtrar e adoçar o líquido, bebendo-o em duas vezes.
Uso culinário

As folhas jovens tem um sabor refrescante e podem ser consumidas em saladas ou cozidas ao vapor. As folhas mais velhas podem ser usadas para enriquecer sopas e ensopados. Os talos podem ser consumidos picados para saladas no inverno.
Salada refrescante de verão

1 alface grande
1 maço pequeno de folhas de beterraba
8 folhas jovens de borragem
3 folhas jovens de tília
4 folhas picadas de melissa
um maço caprichado de folhas de beldroega
1 pepino finamente picado
molho de vinagrete
Lave bem e seque todos os ingredientes, rasgue as folhas se necessário. Misture tudo e adicione o molho de vinagrete.
Adicionar folhas de beldroega no espinafre refogado lhe confere um sabor extra.

Sanduíches feitos com fatias finas de pão preto, queijo cremoso e folhas de beldroega são uma excelente indicação para uma refeição leve e saudável.

A beldroega é ingrediente importante em uma sopa tradicional francesa Bonne Femme.

Curiosidades

Todas as partes desta planta vem sendo usadas na medicina tradicional há séculos em todo o mundo, sendo de 500 AC seu primeiro registro na literatura na China.
É uma planta muito apreciada pelos coelhos.

Outra variedade, a Portulaca grandiflora, é muito apreciada por ser ornamental.

Seu nome genérico Portulaca provém do latim portula que significa pequena porta, referindo-se a maneira de como sua cápsula abre-se. Seu nome específico Oleracea refere-se a seu uso na cozinha.

Na Idade Média era considerada uma planta que protegia dos maus espíritos e com um poder "antifeitiço". Há registro de que um herbalista do século XVI disse que a beldroega esfria o sangue e provoca o aumento de apetite.

Fonte: Plantas Medicinais

5.11.13

Você sabia que as unhas dizem muito sobre sua saúde? Confira nossas dicas de como mantê-las fortalecidas e descubra o que pode estar errado em seu organismo

Reportagem: Monique Zagari Garcia
unhas-quebradicas
É importante deixar as unhas sem esmalte por um período para que consigam 
obter a hidratação ideal e não quebrem com facilidade.

Foto: Danilo Borges












































Ter unhas quebradiças pode ser um pesadelo para nós mulheres, que adoramos ter as unhas sempre bem feitas etratadas. O que muitas pessoas podem não saber é que esse enfraquecimento ungueal pode apontar algunsproblemas de saúde até então passaramdespercebidos.
Para a Dra. Ana Célia Xavier, dermatologista do Hospital São Camilo (SP), as unhas quebradiças, na maioria dos casos, são decorrentes dealterações carências doorganismo, principalmente devitamina A (unhas em casca de ovo), ferro (unhas frágeis) e zinco. Quem apresentahipotireoidismo também pode ter as unhas finas efrágeis. “Normalmente quando as unhas estão fracascabelo também está. Elecresce menos e fica mais quebradiço. É preciso prestar atenção nos sinais dados pelo nosso organismo que ajudam a detectar o que estáfaltando”, completa a especialista.
A Dra. Selma Cernea, dermatologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), explica que as alterações das unhas também podem estar associadas à diabetesdoenças de pelegravidez e manuseio de produtos químicos. “Médicoscozinheiros e empregados em geral que lavam as mãos com muita frequência e usam produtos químicos podem ter suas unhas frágeis equebradiças, apresentando até mesmo irritação na pele”, aponta a dermatologista Dra. Adriana Vilarinho.

“Algumas ações como digitar no teclado com frequência pode causar quebra da unha. O ideal é deixá-las mais curtas”, explica a nutricionista Dra. Adriana Awada, do Hospital e Maternidade Brasil (SP). Segundo a dermatologista Dra. Luciana Macedo de Oliveira, diretora médica da Clinique des Arts (SP), ainda há o fato de as unhas tornarem-sequebradiças devido à falta de hidratação da lâmina ungueal, caso de pessoas que não removem o esmalte por alguns dias da semana.