Música Celtica

Exercícios Terapêuticos

Exercícios Terapêuticos
O universo está em constante movimento. O movimento significa vida. O movimento de uma espiral de energia vitaliza a célula única que marca o início de nosso tipo de vida humana. À medida que esse tipo de vida evolui, nós nos constituímos em um ser que constantemente troca energia com o cosmo. À medida que esta energia passa através de nós, ela nos alimenta, nos nutri e cria o movimento interno e externo de nossas vidas. Na expressão natural deste intercâmbio encontramos nossa saúde. O intercâmbio de energia é aumentado pelo movimento, e o movimento perfeito do corpo é uma extensão do interior para o exterior enquanto recebe estímulos que movem do exterior para o interior. (Greg Broòshy)

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23.6.11

QUEM SE MOVIMENTA É MAIS FELIZ













Que praticar atividades físicas faz bem à saúde todos já sabem, mas além dos benefícios físicos, os exercícios melhoram o humor. Mas como isso acontece? Ao exercitar-se aumenta o nível de neurotransmissores, como a noradrenalina, a serotonina e a dopamina, que produzem uma sensação de relaxamento e bem-estar no indivíduo.

Segundo especialistas, o processo é rápido. Assim que a pessoa começa a praticar exercícios, o corpo inicia a liberação dessas substâncias na corrente sanguínea, melhorando o humor. Decorrido algum tempo, essa produção atinge um determinado patamar, que torna a sensação de relaxamento e bem-estar perceptível. O melhor de tudo é que essa sensação prazerosa tende a permanecer mesmo depois de terminado o exercício.



Escrito por Natália Barbosa às 07h4




RECONHECENDO O PRÓPRIO CORPO

Ao iniciar a prática de exercícios físicos, tudo é novo e estranho. Alguns tipos de exercícios, por exemplo, podem requisitar mais esforço muscular do que outros, ou um tipo de movimento que a pessoa não está habituada a fazer.

O que é comum entre todas as pessoas que se exercitam fisicamente é uma maior energia e uma sensação de bem-estar, além de uma sensação de "eu posso", "eu consigo". Isso deve ser feito gradualmente, de preferência sempre com a ajuda de um profissional. Não é preciso apostar corrida ao redor de um bosque com um corredor já treinado para tanto. A prática de exercícios não é uma competição com as outras pessoas, mas uma superação dos próprios obstáculos, uma competição consigo mesmo. E o corpo responde a todos os estímulos, dando sinais importantes ao ‘novo atleta’: mais energia e vigor durante o dia, soluções para os problemas rotineiros vêm à mente com maior clareza e rapidez, idéias novas brotam como que do nada. Com persistência e treino, cada dia pode significar uma realização. Mas é preciso ter uma meta, ao começar a fazer exercícios, e observar os próprios limites.

Que objetivo eu pretendo atingir?, é a pergunta que algumas academias de ginástica propõem aos seus alunos. E os objetivos variam: pessoas entrevistadas em um parque apontaram, entre eles, o prazer de estar caminhando ao ar puro, mudar a rotina, emagrecer, prolongar a saúde, recuperar-se de um tratamento ou simplesmente estar em companhia de outras pessoas. Reconhecer quais os exercícios mais adequados para sua idade, peso, condição de saúde é fundamental para alcançar esses objetivos.



Fonte:boasaude@bibliomednoticias.com.br

20.6.11

DEPRESSÃO TRATADA COM EXERCÍCIOS FÍSICOS

MAHA YOGA









É muito interessante se constatar que muitos médicos recomendam exercícios físicos para o tratamento de depressão do que o uso de antidepressivos. Esse tipo de medicamento costuma ser abusivamente prescrito e associado a múltiplos efeitos colaterais indesejáveis. Para reforçar o argumento de se evitar a tomada de antidepressivos, um artigo publicado em 15 de março deste ano de 2011 na revista American Journal of Psychiatry demonstrou que, de 24.414 pacientes estudados que sofreram derrame cerebral, o uso de antidepressivos nas 2 semanas que antecederam o episodio vascular ocorreu em 48% dos casos.
Antidepressivos nunca se mostraram superiores quanto a bons resultados comparados a exercícios físicos. De fato, muitos estudos comprovam essa afirmação, entretanto a seleção de pacientes que se propõem aos exercícios passa a ser o mais difícil de se conseguir pois, sentindo-se deprimidos, muitos se recusam a se movimentarem por apresentarem-se desmotivados totalmente.
É fundamental se considerar que a depressão pode ser tratada de forma holística, corrigindo-se desequilíbrios hormonais assim como distúrbios nutricionais e hidratação.Devemos nos lembrar que a maioria dos pacientes que utilizam antidepressivos possuem uma forte tendência a não abandonarem seu uso ate mesmo por insistência dos seus médicos. Caso apresentem um mínimo de estado de motivação para modificarem alguns pontos no seu estilo de vida, constatarão que a melhora da depressão se apresentará de forma mais fácil.
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Fonte:http://www.sergiovaisman.med.br






16.6.11

CIRURGIA PARA CURA DA DIABETES

Um conhecido que trabalha na ONU e informou que a diabetes é um caso raro na Europa pois naquela região é praticado uma cirurgia que cura diabetes que foi descoberta no Brasil.

Por questão de sigilo, as autoridades brasileiras não podem divulgar este fato pois as industrias farmacêuticas e médicos especialistas em diabetes teriam seus dias contados (a divulgação está prevista para 2011, tempo suficiente para o ajuste desta nova realidade)

No SUS de alguns Estados esta cirurgia está liberada (RN por exemplo)

Caso você tenha algum conhecido portador desta doença, favor divulgar, maiores detalhes podem ser consultados diretamente pelo GOOGLE pesquisando por "cirurgia capaz de curar diabetes"

Clique no link:

www.hc.unicamp.br/imprensa/not-3-diabetes.shtml

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CIRURGIA PODE CURAR DIABETES

Unicamp desenvolve cirurgia capaz de curar diabetes

Pesquisadores da FCM da Unicamp, estão testando uma nova cirurgia capaz de curar pacientes de diabetes. Cinco pessoas foram submetidas ao procedimento e quatro delas já estão curadas, dispensando até mesmo a insulina, enquanto a quinta conseguiu reduzir em até 80% a ingestão da substância.

O estudo começou depois da constatação de que 90% dos pacientes obesos com diabetes que passavam pela cirurgia de redução de estômago ficavam curados da doença. Anteriormente, a melhora era atribuida à própria diminuição do peso, razão da cirurgia, mas já havia redução da taxa de glicemia antes mesmo do emagrecimento, inclusive no pós-operatório. A partir daí, os médicos da Unicamp decidiram investigar.

Durante a cirurgia de redução de estômago, além da diminuição do tamanho do órgão, é feito um desvio para o alimento de forma que ele evite a primeira parte do intestino. Os médicos da Unicamp descobriram que esse procedimento secundário provoca o aumento de uma substância chamada GLP1 que, por sua vez, estimula o pâncreas a produzir insulina.

A nova técnica parte direto para esse desvio, dispensando a redução do estômago, mas costurando o orgão no intestino entre 70 e 80 centímetros depois do ponto original. Assim, pode ser aplicada até mesmo a pacientes não obesos, caso das cinco pessoas que foram submetidas à cirurgia até agora.



Assessoria de Imprensa do HC UNICAMP
Caius Lucilius
e-mail: imprensa@hc.unicamp.br