Música Celtica

Exercícios Terapêuticos

Exercícios Terapêuticos
O universo está em constante movimento. O movimento significa vida. O movimento de uma espiral de energia vitaliza a célula única que marca o início de nosso tipo de vida humana. À medida que esse tipo de vida evolui, nós nos constituímos em um ser que constantemente troca energia com o cosmo. À medida que esta energia passa através de nós, ela nos alimenta, nos nutri e cria o movimento interno e externo de nossas vidas. Na expressão natural deste intercâmbio encontramos nossa saúde. O intercâmbio de energia é aumentado pelo movimento, e o movimento perfeito do corpo é uma extensão do interior para o exterior enquanto recebe estímulos que movem do exterior para o interior. (Greg Broòshy)

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30.6.10









Ter, 08 Ago - 19h20
Cientistas vinculam alergias à doença de Parkinson

Agência EFE
Washington, 8 ago (EFE).- Quem é alérgico a ácaros ou a animais domésticos tem até três vezes mais possibilidades de acabar desenvolvendo a doença de Parkinson, segundo estudo publicado hoje pela revista especializada "Neurology".

Pesquisadores da Clínica Mayo, em Rochester (EUA), chegaram à conclusão de que quem sofre de rinite alérgica - tipo de resfriado nasal constante causado pelo contato com pó, ácaros ou animais domésticos - parece ter mais risco de contrair essa doença neuronial degenerativa.

O estudo dos pesquisadores, que durou 20 anos, se concentrou em 196 pessoas que desenvolveram Parkinson e em um número similar de pessoas do mesmo sexo e idade que não apresentaram sintomas da doença.

Os analistas examinaram se os pacientes com Parkinson tinham sofrido mais de doenças inflamatórias, e concluíram que quem tinha sofrido rinite alérgica tinha uma probabilidade 2,9 vezes maior de desenvolver a doença neuronial que as outras pessoas.

Não foi encontrado um vínculo similar com outras doenças inflamatórias, como o lupus ou a artrite reumatóide, embora, segundo os analistas, isso possa ter sido ocasionado pelo número relativamente pequeno de pacientes com esses males no estudo.

Segundo o neurologista James Bower, que coordenou a pesquisa, a relação pode existir porque quem sofre de rinite alérgica "gera uma resposta imunológica a suas alergias, e é mais provável que gerem uma resposta imunológica também no cérebro, o que produziria inflamação".

Essa inflamação "pode liberar certas substâncias químicas no cérebro e matar neurônios, como acontece com o Parkinson", explicou o médico.

Bower ressaltou que o estudo não demonstra que as alergias possam ser causadoras do mal de Parkinson, mas simplesmente que existe uma associação. Isso, acrescentou, pode ajudar os cientistas a desenvolver remédios que bloqueiem os processos inflamatórios.

Estudos anteriores demonstraram que quem usa alguns remédios antiinflamatórios, como os baseados em ibuprofeno, tem menos probabilidade de desenvolver a doença de Parkinson.

"Não me preocuparia se tivesse uma alergia. O que é preciso fazer é tratar os sintomas da alergia para aliviá-los. Ainda não temos, hoje, provas de que este tratamento evite o desenvolvimento da doença de Parkinson ao longo da vida", explicou o cientista. EFE mv pk/fr

29.6.10

DOENÇA DE PARKINSON

Tratamento Fisioterapêutico

O Tratamento fisioterapêutico atua em todas as fases do Parkinson, para melhorar as forças musculares, coordenação motora, equilíbrio.

O paciente com Parkinson, geralmente está sujeito a infecções respiratórias, que ocorrem mais com os pacientes acamados. Nestes casos a Fisioterapia atua na manutenção da higiene brônquica, estimulo a tosse, exercícios respiratórios reexpansivos e em casos mais graves onde há comprometimento da musculatura respiratória, é indicado o tratamento com aparelhos de ventilação mecânica, respiradores mecânicos não-invasivo, visando a otimização da ventilação pulmonar com conseqüente melhora do desconforto respiratório.

Evidências clínicas dos efeitos do exercício físico ou reabilitação para indivíduos com DP são geralmente associadas às intervenções com probabilidade de exercer impacto sobre escalas clínicas – estadiamento de Hoehn e Yahr, UPDRS (Unified Parkinson's Disease Rating Scale) – ou limitações funcionais – marcha, subir/descer escadas, levantar da cama/cadeira, prevenção de quedas (CRIZZLE e NEWHOUSE, 2006). O treinamento de resistência muscular localizada e equilíbrio aumentaram a força muscular, a postura e a orientação espacial de pacientes com DP (HIRSCH et al., 2003). E o treinamento em esteira ergométrica (MIYAI et al, 2002), a fisioterapia (NIEWBOER et al., 2001), e esportes adaptados (KURODA et al., 1992) diminuíram a gravidade da doença pela escala UPDRS. De modo interessante, pacientes com DP que praticam exercícios apresentaram menores índices de mortalidade do que os sedentários (REUTER et al., 1997).
[editar] A Alimentação na Doença de Parkinson

Reconhecida desde 1817 por James Parkinson, a doença de Parkinson é caracterizada por degeneração de neurônios pigmentados da substância negra, localizados nos gânglios da base cerebral, cujos sintomas resultantes refletem a depleção do neurotransmissor dopamina. Se o processo é desencadeado por algo no meio ambiente, por uma falha genética ou pela combinação de ambos não está claro, embora um defeito no cromossomo 4 tenha sido recentemente apontado como uma causa em alguns casos.

A doença de Parkinson é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, com início geralmente após os 50 anos de idade. É uma das doenças neurológicas mais freqüentes visto que sua prevalência situa-se entre 80 (oitenta) e 160 (cento e sessenta) casos por cem mil habitantes, acometendo, aproximadamente, 1% dos indivíduos acima de 65 anos de idade.

Em vários estudos clínicos foi observada ligeira predominância do sexo masculino , porém existem algumas questões sobre a forma de seleção dos pacientes. Em trabalhos que calcularam a prevalência e incidência da doença de Parkinson , não foi demonstrado diferença significativa em relação ao sexo quanto ao risco de contrair a doença. O aumento da esperança de vida não modificou de forma importante o número de parkinsonianos, permanecendo a prevalência da doença bastante estável desde o início do século.

De evolução lenta e quase sempre progressiva, a doença de Parkinson apresenta, nos indivíduos, sintomas clínicos que incluem tremor, rigidez, acinesia, lentidão de movimentos (bradicinesia) e alteração da postura. Sintomas não motores podem aparecer também. Estes incluem sudorese excessiva ou outros distúrbios do sistema nervoso involuntário e problemas psíquicos como depressão e, em estágios mais avançados, demência. Segundo COHEN (1994), 15 a 25% dos idosos, em geral, que apresentam depressão, desenvolvem sintomas psiquiátricos que podem comprometer o estado nutricional.

A acinesia e os distúrbios correlatos, já mencionados, interferem decisivamente nos atos motores básicos como a marcha, a fala e nas atividades que requerem a conjugação de atos motores como o vestir-se, a higiene corporal e a alimentação. À medida que a doença evolui, o paciente vai se tornando mais lento e mais enrijecido. A rigidez das extremidades e o controle da posição da cabeça e do tronco podem interferir com a capacidade do paciente de cuidar de si mesmo, inclusive quanto à alimentação.

O ato de se alimentar torna-se mais lento e os movimentos simultâneos, tais como, aqueles necessários para manusear os talheres, mostram-se difíceis. Esses sintomas levam muitas vezes o parkinsoniano a um grau considerável de dependência em relação a seus familiares. Além desses, o paciente apresenta também dificuldade de deglutição, da motricidade gástrica e esofagiana, constipação intestinal, problemas vasomotores, da regulação arterial, edemas, dificuldade de regulação da temperatura corporal, perturbações do sono e perda de peso.

Este artigo aborda o tratamento medicamentoso e a alimentação na doença de Parkinson.[12]
[editar] Prognóstico

O curso é progressivo ao longo de 10 a 25 anos após o surgimento dos sintomas. O agravamento contínuo dos sintomas, para além da importância da dopamina para o humor, levam a alterações radicais na vida do doente, e à depressão profunda freqüentemente.

A síndrome de Parkinson não é fatal mas fragiliza e predispõe o doente a outras patologias, como pneumonia de aspiração (o fraco controle muscular leva a deglutição da comida para os pulmões) e outras infecções devido à imobilidade.








Fonte:Wikipédia

27.6.10

PASSIFLORA, FLOR DA PAIXÃO, MARACUJÁ











Estudos recentes vêm confirmar as propriedades afrodisíacas tradicionalmente atribuídas ao maracujá. Mas também há quem beba a flor da paixão, Passiflora, para se reconciliar… com o sono.
Passiflora incarnata L.

Nome Comum: Maracujá
Outros Nomes: Flor-da-paixão, passioflora, maracujá-sylvestre, wild passion flower, flower of the five wounds, apricot vine, may apple, maypops, passionflower, white sarsaparilla, saa’T gulu, ward assa’Ah, carkifelek, charkhi felek.
Sinónimos: Passioflora incarnata fo. alba Waterf., Passioflora incarnata Ker Gawl., Passioflora incarnata var. integriloba DC., Passioflora incarnata var. major Sweet.



As folhas da planta do maracujá eram utilizadas pelos índios americanos para infusões sedativas e analgésicas, e ainda em compressas para acelerar a cicatrização de feridas; dos frutos preparavam tónicos destinados ao alívio da tosse e ao tratamento de disfunções sexuais.

No século XVI o chá de Passiflora era a infusão calmante favorita da Europa e, durante a Primeira Guerra Mundial, tornou-se uma planta importante no tratamento da angústia provocada pela guerra.

Tradicionalmente, o fruto do maracujá tem sido consumido simples, adicionado a sobremesas, doces e gelados, em compotas e geleias, sob a forma de sumos, refrigerantes e em licores. Existindo também registos da utilização das suas folhas em sopas e saladas.

Origens tropicais
A planta do maracujá é originária das regiões tropicais e sub-tropicais da América, em especial do México onde era apreciada pelos Astecas devido às suas propriedades sedativas. Surge espontaneamente em algumas ilhas do Atlântico, sendo ainda cultivada na bacia do Mediterrâneo e nas zonas temperadas da Europa, para a obtenção do fruto comestível - o maracujá.

Esta planta perene é uma trepadora de crescimento rápido que chega a atingir dez metros de altura, exibindo aromáticas flores violetas e frutos castanhos de polpa amarela.

O seu nome comum é flor-da-paixão: a estrutura floral fazia lembrar aos missionários jesuítas, que desembarcaram na América Central no século XVI, os instrumentos de tortura utilizados no episódio bíblico da paixão de Cristo. As flores de cor lilás simbolizam a pureza celestial, a corola (conjunto de pétalas) a coroa de espinhos, os cinco estames vermelhos (órgãos masculinos da flor) as cinco chagas e os três estiletes (órgãos femininos) aludem aos pregos utilizados na crucificação de Cristo.

Anti-depressivo… sem efeitos secundários
A utilização clínica da planta do maracujá é recente e data do século XIX, quando foi publicado que possuía propriedades analgésicas e prevenia as insónias, sem efeitos colaterais. Os seus constituintes químicos primários, alcalóides e flavonóides, parecem ser os responsáveis pela acção relaxante e anti-depressiva da planta.

Passioflora incarnata é utilizada para induzir o sono e o relaxamento de forma natural, sem causar habituação nem dependência. Actua ao nível da espinal medula, provavelmente por interacção com receptores das endomorfinas, diminuindo a intensidade dos estímulos externos que chegam ao sistema nervoso central. As suas características analgésicas, antiespasmódicas, hipotensoras e sedativas, fazem com que as preparações contendo maracujá sejam aconselhadas no caso de nervosismo, ansiedade, depressão, insónias, dificuldades de concentração, sindroma pré-menstrual e espasmos gastro-intestinais de origem nervosa.

Problemas cardiovasculares, hiperactividade infantil, asma, doenças coronárias, circulação sanguínea insuficiente e dependências alcoólicas e narcóticas são ainda outras situações em que a planta pode ser útil. Alguns estudos indicam também alguma actividade anti-inflamatória, recorrendo-se, por isso, à aplicação tópica de compressas com sumo do fruto para cuidar irritações cutâneas e oculares e desinfectar feridas.

As sementes secas apresentam propriedades anti-helmínticas (anti-parasitária). E ensaios recentemente efectuados em animais confirmam as tradicionais propriedades afrodisíacas atribuídas ao maracujá.

Dosagens e segurança

Normalmente, as dosagens são de 0.5 a 2 g, em três tomas diárias no caso do extracto seco; 1 a 4 ml de tintura (diluição 1:8), a tomar 3 a 4 vezes por dia, e 2,5 g de planta seca por litro, em infusão.Quem sofre de insónias poderá reconciliar-se com o sono, tomando uma chávena de infusão, preparada com uma colher de chá da planta seca, antes de deitar.

Até ao momento, não existem relatos de contra-indicações nem de interacções medicamentosas associadas ao uso desta planta, sendo de utilização segura mesmo durante a gravidez.









Por: Pedro Lôbo do Vale

12.6.10

FATORES DE SAÚDE














O Conhecimento de Princípios Elementares

Muitos me têm perguntado: Que procedimento devo seguir para preservar minha saúde? Minha resposta é: Deixai de transgredir as leis de vosso ser; deixai de condescender com o apetite depravado; ingeri alimentos simples; vesti-vos de maneira saudável, o que requererá modéstia e simplicidade; trabalhai de forma adequada; e não adoecereis.

É pecado ser doente, pois toda a doença é resultado de transgressão. Muitos sofrem em conseqüência da transgressão de seus pais. Estes não podem ser censurados pelo pecado de seus pais; não obstante, é seu dever, indagar em que seus pais violaram as leis do seu ser, que trouxeram sobre seus descendentes tão desditosa herança; e naquilo em que os hábitos de seus pais foram errados, devem eles mudar de procedimento, e guiar-se por hábitos corretos, em melhor relação para com a saúde.

Os homens e as mulheres devem informar-se no que tange à filosofia da saúde. A mente dos seres racionais parece estar imersa em escuridão no que respeita à sua própria estrutura física, e quanto a preservá-la em condições saudáveis.

A presente geração tem confiado seu corpo aos médicos e sua alma aos pastores. Não pagam eles bem aos seus pastores para estudar a Bíblia em seu lugar, a fim de que não precisem ser molestados? e não é sua obrigação dizer-lhes aquilo em que eles devem crer, e solucionar todas as questões duvidosas de teologia sem pesquisa especial de sua parte?

Se estão doentes, vão ao médico - crêem em tudo o que ele possa dizer, e ingerem qualquer coisa que ele possa prescrever; pois não lhe pagam um liberal honorário, e não é seu dever conhecer seus males físicos, e o que prescrever para deixá-los bem, sem precisarem ser atormentados com o problema? ...

Tão estreitamente está a saúde relacionada com a nossa felicidade, que não podemos ter a última sem a primeira. É necessário um conhecimento prático da ciência da vida humana, a fim de que glorifiquemos a Deus em nosso corpo. É, por conseguinte, da mais alta importância que entre as matérias selecionadas para a infância, a fisiologia ocupe o primeiro lugar. Quão poucos sabem qualquer coisa sobre a estrutura e funções do seu próprio corpo e das leis naturais! Muitos estão sendo levados à deriva, à semelhança de um navio no mar sem bússola ou âncora; e, o que é pior, não estão interessados em aprender como conservar seu corpo em boas condições de saúde e evitar as doenças.

Indispensável Negação Própria

A condescendência com os apetites carnais tem degradado e escravizado a muitos. Renúncia e controle sobre os apetites animais são necessários, a fim de estabelecer uma condição melhorada de saúde e moralidade, e purificar a sociedade corrompida. Toda violação de princípio no comer e beber embota as faculdades de percepção, tornando-lhes impossível apreciarem ou darem o justo valor às coisas eternas. É de especial importância não permanecer a humanidade ignorante com respeito às conseqüências dos excessos. Temperança em todas as coisas é indispensável à saúde e ao desenvolvimento e crescimento de um bom caráter cristão.






Ellen G. White

Página 37/38

http://www.ellenwhitebooks.com/?l=32&p=38

11.6.10

EXERCÍCIO FÍSICO









O exercício físico é uma forma bem estabelecida de manter a saúde geral, ajudando a prevenir e a combater a obesidade e muitas doenças relacionadas, como doenças cardíacas e diabetes. E, de acordo com pesquisas recentes realizadas nos Estados Unidos, esses benefícios seriam extensivos também à vida sexual. Segundo especialistas, a função sexual é afetada pela saúde geral, por isso, melhorar a saúde pode significar melhor vida sexual.

Avaliando mais de 600 homens na meia-idade, pesquisadores do New England Research Institute descobriram que a prática regular de exercícios vigorosos, como caminhar mais de 3 km ou queimar 200 calorias extras por dia, pode ser eficaz em reduzir os riscos de disfunção erétil, ou impotência sexual.

Outro estudo, realizado pela Universidade da Califórnia, incluindo 78 homens de meia-idade saudáveis, porém sedentários, registrou mudanças quando os homens passaram a se exercitar por uma hora, de três a quatro vezes por semana. De forma geral, as atividades físicas foram associadas a uma função sexual “mais confiável”, maior freqüência de atividade sexual e orgasmo, além de maior satisfação.

Um terceiro estudo, conduzido pela Escola de Saúde Pública de Harvard, revelou que homens que se exercitavam vigorosamente por 20 a 30 minutos apresentavam a metade do risco de ter problemas de ereção, comparados com os sedentários. Além disso, os pesquisadores descobriram que homens que ganham peso se tornam mais suscetíveis à disfunção erétil.

Os especialistas acreditam que o efeito dos exercícios na função sexual ocorre devido ao fortalecimento do sistema cardiovascular e da melhora da circulação promovidos pelas atividades físicas. Porém, mais estudos são necessários para desvendar os mecanismos responsáveis pela melhora da função sexual.

Fonte: The Intelligencer. 05 de dezembro de 2008.

Copyright © 2008 Bibliomed.

3.6.10

ACIDEZ DO ORGANISMO FAVORECE DOENÇAS

Frutas Alcalinizantes








É preciso reduzir o consumo dos alimentos acidificantes e aumentar o dos alcalini zantes para ter saúde e longevidade.

O equilíbrio do pH (relação entre acidez e alcalinidade) é um dos fatores que determina o bom funcionamento do organismo humano. Dependendo da dieta da pessoa o corpo pode tornar-se um ambiente extremamente ácido, o que o deixa mais predisposto a doenças, debilitando certas funções do organismo.

A preocupação da medicina preventiva com o equlíbrio do pH surgiu a partir do trabalho do médico americano William Howard Hay. Em 1993, ele surpreendeu os meios acadêmicos com o livro A New Health Era (A Nova Era da Saúde), no qual afirma que toda doença é causada pela auto-intoxicação decorrente do acúmulo de ácidos no organismo.

Segundo o Dr. Hay, a saúde é resultado da proporção em que permitimos que substâncias alcalinas do nosso corpo sejam dissipadas pela introdução de alimentos que formam ácidos no organismo.

"Pode parecer estranho dizer que toda doença é a mesma coisa, sem considerar suas centenas de forma de expressão, mas é isso mesmo", afirma.

Seguindo a trilha aberta pelo Dr. Hay, outro médico norte-americano, o Dr. Theodore A. Baroody, publicou o livro Alkalize or Die(Alcalinize ou Morra), no qual reafirma a teoria de seu colega.

"Incontáveis nomes de doenças realmente não importa. O que realmente importa é que elas todas vêm da mesma causa-raiz: excesso de resíduos ácidos no organismo", diz.

O corpo humano só é capaz de assimilar apropriadamente os minerais e nutrientes dos alimentos quando o PH é bem balanceado. Se o organismo tem excesso de ácidos, ele é obrigado a buscar os componentes de que necessita (como cálcio, sódio, potássio e magnésio) nos depósitos de órgãos e ossos para neutralizar os ácidos.

Essa estratégia de compensação do corpo resolve o problema de acidez, mas deixa debilitados os órgãos, o que, em longo prazo, causa o aparecimento de doenças.

A dieta do homem moderno é altamente acidificante. Alimentos industrializados, adoçantes, sal, refrigerantes e bebidas alcólicas, açúcar refinado, café, queijos e carnes são alguns dos vilões que afetam o equilíbrio do pH; devem ser consumidos com moderação e compensados com a ingestão de alimentos alcalinizantes como mamão papaya, manga, suco de limão, azeite de oliva, lentilhas e água mineral.

A acidose pode causar problemas cardiovasculares(entupimento arterial), obsidade, diabetes, disfunções do rim e da bexiga, imunodeficiência, aceleração do envelhecimento, osteoporose, problemas das articulações, baixa energia e fadiga crônica.

Os teste para o diagnóstico da acidose são muito simples de fazer - eles utilizam a saliva, o sangue e a urina como amostra dos fluidos corporais. Para saber se você está com desequilíbrio do pH, procure seu médico.

E para prevenir a predominância dos ácidos no organismo, adote uma dieta de alimentos alcalinizantes.








Fonte: Terceiro Milênio-Revista Holística de Qualidade de Vida

EFEITOS ADVERSOS DA VACINA H1N1 E ADULTERAÇÃO DAS ESTATÍSTICAS










VACINAS: ESTATÍSTICAS SÃO TOTALMENTE ADULTERADAS
"E isso não é difícil comprovar, quem tem médicos nas relações ou na família pergunte a ele o que ele acha. Tenho dois na família, o marido da minha filha e o noivo da minha sobrinha e o conselho de ambos é não por todas as razões aí expostas".

por José Ortiz Camargo Neto,

jornalista científico

As estatísticas sobre danos causados por vacinas (ao menos no Brasil) simplesmente não existem, nem podem existir! Elas não são feitas, porque as reações adversas não estão previstas no CID – Código Internacional de Doenças. Em outras palavras, ninguém pode quantificar e qualificar ao certo as reações e danos iatrogênicos causados pelas campanhas de vacinação em massa no país; portanto, são absolutamente falsas todas as informações oficiais referentes a esse assunto.

Em visitas a hospitais, conversando com médicos da cidade de São Paulo, informaram que cada um está recebendo por dia, em média, a cada 6 horas de trabalho, cerca de 20 pacientes que se queixam de efeitos adversos causados pela vacina contra gripe suína. “Se ficássemos o dia todo atendendo, cada médico chegaria a atender 80, 100 pessoas diariamente”, declarou um desses profissionais.

Multiplicando- se esse número pelo total de médicos que atendem nos hospitais (municipais, estaduais, pelo SUS) pode-se ter uma ideia do quadro assustador de queixas de pessoas prejudicadas pela vacinação na cidade de S. Paulo e no próprio país.

As queixas mais comuns feitas aos clínicos gerais são dos seguintes sintomas por vezes persistentes:

1) Adultos: dores de cabeça intensas, dores musculares e articulares por todo o corpo, mal-estar geral, tosse seca persistente, falta de apetite, febre alta, indisposição geral, diarréia, cansaço e falta de ar, fraqueza muscular nas pernas. Os pacientes relatam que antes de tomarem a vacina H1N1 estavam bem de saúde. As queixas ocorrem dentro da primeira semana pós-vacinação, principalmente até o 2º ou 3º dia seguinte à inoculação da vacina. Outros sintomas relatados: coceira pelo corpo todo durante 24 horas, edemas, inchaço facial, labial e ocular, olhos irritados, edema ocular, manchas marrons na pele do antebraço do mesmo braço em que foi inoculada a vacina; muita dor nesse braço; alguns por causa disso não conseguem trabalhar. Há muitas pessoas que já estão há cerca de um mês com tosse seca persistente, iniciada logo após tomar a vacina. “Os exames de Raio X não acusam nada, mas a tosse não passa”, declarou um dos médicos.

2) Crianças: Os pediatras estão impressionados com o número muito maior de crianças que têm sido levadas aos hospitais (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), com quadro gripal persistente, iniciado após a vacinação (dentro de trinta dias as crianças não melhoram, apesar das medicações, ficam indo e voltando ao Pronto Socorro); eles registraram casos e mais casos de crianças irritadas e com o corpo dolorido dentro da primeira semana pós-vacinação, com febres altíssimas e convulsões.
Ao mesmo tempo, há perda de apetite, recusa ao alimento, com consequente perda de peso. Houve grande aumento do número de casos de tosse, rouquidão, diarréia persistente, iniciados após a inoculação da vacina; bronquites, bronquiolites (que atingem crianças com idade entre 3 e 8 meses), rinites, faringites e laringites. Outras mães referiram ao pediatra que seus filhos (crianças entre 1 ano e 2 meses a 1 ano e 8 meses) perderam as forças nas perninhas e começaram a cair enquanto brincavam, “como se as perninhas desabassem”. (Não podemos esquecer que muitas vacinas atacam o sistema neurológico, podendo inclusive causar a Síndrome de Guillain- Barré – que causa paralisia, em casos mais graves, insuficiência respiratória e pode levar à morte – isso é reconhecido oficialmente, dentro da medicina). Algumas crianças, após ser vacinadas, apresentaram bolhas pelo corpo todo, dentro da primeira semana pós-vacinação; levadas ao dermatólogo este constatou que seriam reações à vacina.

Os pediatras notaram um número muito maior de casos de doenças nas primeiras semanas de abril (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), coincidindo a data de vacinação de crianças entre 6 meses e dois anos com maior procura do P.S. por casos de gripe, rinites, bronquiolites, faringites, laringites e pneumonia. Os Pronto Socorros e hospitais ficaram abarrotados com grande número de internações dessas crianças.

Adultos e crianças que já estavam com um quadro gripal, desenvolveram pneumonia dentro de 8 dias após receberem a vacina contra gripe suína e tiveram de ser internados (hospitalizados) .

Apesar de todas essas centenas ou milhares de fatos diários, se alguém for procurar nas estatísticas oficiais quais danos as vacinas causam, não encontrará quase nada! Isso porque as estatísticas sobre prejuízos causados pelas vacinas simplesmente não existem! Elas não são feitas, porque as reações não estão previstas no CID – Código Internacional de Doenças. O CID é um número dado à doença para permitir a estatística computadorizada. Cada médico tem de preencher o nº do CID para cada paciente. As fichas recolhidas em cada hospital ou posto de saúde são enviadas para a Secretaria de Saúde do Estado, Ministério da Saúde e a própria OMS – Organização Mundial da Saúde., para fins de estatísticas estaduais, nacionais e mundiais. Como não existe um número do CID para doenças causadas pelas vacinas, os médicos são obrigados a preencher a ficha com outros códigos. Eles estão colocando os seguintes CIDs para essas reações vacinais: Faringite (J029), Gripe (J11), Tosse (R05), Amigdalite (J039), Diarréia (A09), Pneumonia (J18).

Conseqüência: Estatisticamente, o número dessas doenças vai falsamente aumentar no mundo; a Secretaria de Saúde do Estado, o Ministério da Saúde, a OMS vão achar que está havendo mais faringite, mais gripe, mais tosse, mais amigdalite, mais pneumonia – e vão querer vacinar mais gente ainda, para combater essas moléstias. Ao mesmo tempo, todos vão achar que as vacinas não fazem mal nenhum – só incluindo nas estatísticas os casos notórios, de pessoas que visivelmente morreram ou ficaram paralíticas, ou processaram o governo e os laboratórios.

“Eu escrevo: reação à vacina, mas isso não adianta nada, porque eles não se baseiam no diagnóstico para fins estatísticos, mas no código da doença”, disse um especialista.

Os médicos consultados acham que todos aqueles que estão tendo reações às vacinas deveriam se unir, procurar um advogado e abrir um processo pedindo indenização pelos prejuízos sofridos.

Obs.: As fontes de informação pediram para não ser identificadas, com receio de perder os empregos; no entanto, o próprio leitor pode verificar, nos meios médicos, a veracidade de suas afirmações; está aqui, aliás, uma excelente pauta para pesquisa por outros meios de divulgação.



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