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Exercícios Terapêuticos

Exercícios Terapêuticos
O universo está em constante movimento. O movimento significa vida. O movimento de uma espiral de energia vitaliza a célula única que marca o início de nosso tipo de vida humana. À medida que esse tipo de vida evolui, nós nos constituímos em um ser que constantemente troca energia com o cosmo. À medida que esta energia passa através de nós, ela nos alimenta, nos nutri e cria o movimento interno e externo de nossas vidas. Na expressão natural deste intercâmbio encontramos nossa saúde. O intercâmbio de energia é aumentado pelo movimento, e o movimento perfeito do corpo é uma extensão do interior para o exterior enquanto recebe estímulos que movem do exterior para o interior. (Greg Broòshy)

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15.1.10

ESTRATÉGIAS PARA A REDUÇÃO POPULACIONAL DO MUNDO

Por: Wilson Dias, jornalista (DRT/BA 460), escritor e naturoterapeuta (CRT 23.553)

Em 31 de dezembro de 2009, os mais ricos homens do mundo estiveram reunidos nos EUA numa convocação feita por Bill Gates, dono da Microsoft. O assunto em pauta: a redução populacional mundial. Para isso, foram apresentadas três propostas; sendo que uma das propostas sugere a deflagração da Terceira Guerra Mundial até o ano 2014. A segunda proposta sugere a promulgação de um lei de obrigatoriedade, em todos os países do mundo, para a vacinação em massa com a introdução no organismo humano do vírus da gripe suína, cuja metodologia deve ser adotada pelos governantes para implementar ou programar essa obrigatoriedade envolvendo a utilização de ônibus, braceletes equipados com chips e uma estratégia militar que possa garantir o intento. A terceira proposta é a eliminação do mercado de produtos naturais, envolvendo a introdução de ingredientes geneticamente modificados e sem rótulo, além da irradiação de comida e aumento de pesticidas. Para essa finalidade foi criada globalmente uma organização denominada de “Codex Alimentarius”, que vai controlar a produção de alimentos industrializados visando à subnutrição e dizimação dos mais miseráveis entre os seres humanos.

A organização Codex Alimentarius permitirá que sejam adicionadas aos alimentos, substâncias químicas atualmente banidas por 176 países, incluindo o Brasil, Portugal e Estados Unidos. Essas substâncias são conhecidas por causarem câncer de mama, de pulmão e de cérebro, além de doenças cardiovasculares, diabetes e outras doenças tidas como graves. Das doze substâncias proibidas e mortais, sete serão novamente permitidas pela Codex Alimentarius e, estarão presentes em alimentos como ovos, legumes, carnes, cereais, leite e queijos.

SEREMOS TODOS VIGIADOS POR SATÉLITE - Não tem para onde escapar, tudo o que fizermos e onde estivermos será visto e gravado pelo governo mundial. Os satélites já tem tecnologia disponível hoje para isso e a cada momento mais estudos e avanços são implementados para esse fim. As torres de telefonia serão as grandes auxiliares neste propósito. Os ambientalistas e analistas de guerra estão preocupados com o futuro do Planeta, uma vez que, além de os rios, o solo e os vegetais serem envenenados pelo uso indiscriminado de agrotóxicos, temem que o Governo norte-americano venha dizimar a raça humana com o lançamento, no ar, da super-bactéria, uma arma biológica capaz de dar um ponto final na história do homem na Terra.

Super-bactéria biológica – Conhecida como super-bactéria, a “Q-Fever” (Febre-Q), foi produzida em laboratório, pelas Forças Armadas norte-americanas. Essa super-bactéria faz parte do arsenal biológico do Governo norte-americano. Ela é tão potente que bastariam lançar 30 gramas no ar para dizimar 30 bilhões de pessoas, ou seja 5 vezes a população do mundo.

Bill Gates é um dos 13 homens mais ricos do mundo. Ele é reconhecido como um “illuminati” (aquele que é iluminado). Os “illuminati” são membros de uma organização conspiracional que controla os assuntos mundiais secretamente, envolvendo a economia, a política, a religião, a Medicina e os órgãos de comunicação de massa. Toda riqueza do mundo está sendo controlada por apenas treze famílias de illuminati.

O nome Illuminati é algumas vezes empregado como sinônimo de Nova Ordem Mundial, que é organizado por pessoas consideradas “satanistas” por seu nome e suas origens. A palavra "Satan" vem do Hebraico, Shaitan, que quer dizer: “Opositor da igreja” ou da religião, dirigindo-se ao mundo com propostas e pregações equivocadas, com o objetivo primário de unir o mundo em uma única regência - A Nova Ordem Mundial - que se baseia em um modelo político onde todos devem ser iguais.

Ninrode, o construtor da Torre de Babel, foi o primeiro “illuminati”. A Bíblia o aponta como o primeiro rei a governar na Terra e poderoso caçador (Gên. 10: 8-11). Por intermédio dele nasceu a Medicina, a política, as monarquias, as magias negra e branca, a idolatria, a feitiçaria, a bruxaria, a poligamia, a pederastia ou homossexualismo, além da religião pagã. Na sua época ele pregava a união entre os povos que ele denominava de Nova Ordem Social. O objetivo era reunir os povos do mundo inteiro em um só lugar; e para isso construiu a Torre de Babel (Gên. 11: 1-4).

A Nova Ordem Mundial é um conceito sócio-econômico-político que faz referência ao contexto histórico do mundo pós-Guerra Fria. A expressão foi pela primeira vez usada pelo presidente norte-americano Ronald Reagan na década de 1980, referindo-se ao processo de queda da União Soviética e ao rearranjo geopolítico das potências mundiais. Este conceito é muitas vezes usado em trabalhos acadêmicos, notavelmente no domínio das Relações Internacionais, onde se procura traçar cenários realistas, com base em fatos, acerca do impacto de novos elementos da sociedade moderna e de como esta evolui. Um exemplo de um tema nesta disciplina é a chamada revolução dos assuntos militares e religiosos, em que se procura discutir o impacto das novas tecnologias na forma de se fazer a guerra.

Atualmente os illuminati estão trabalhando para o declínio dos EUA e queda da economia norte-americana, e começou com a destruição das Torres gêmeas em 11 de setembro de 2001. Em seu livro, Primeiros Escritos, pág. 276, Ellen White alerta que o povo norte-americano vai cair em extrema pobreza levando-os a comer seus próprios excrementos para não morrer de fome. Os principais economistas e cientistas americanos prevêem uma dissolução nos Estados Unidos com a Rússia pegando o Alasca de volta; o México pegando seu território que foi tomado pelos EUA e os demais Estados se emancipando. A cada dia torna-se mais eminente essa situação. Economistas aconselham os americanos a parar de investir nos bancos e passar a investir em ouro, prata, bronze e até mesmo em carteiras de cigarros que irão se valorizar muito nos próximos anos.
VOCÊ SABIA?



SIMULAÇÃO DE "FEBRE Q" NO CAMPO DE BATALHA EM DUGWAY


Simulação de “Febre Q” no Campo de Batalha em Dugway
"Projeto Whitecoat", nome dado pelo exército norte-americano a uma série de estudos sobre guerra biológica levados a cabo com aproximadamente 2.300 militares Adventistas do Sétimo Dia, desde 1954 até 1973. Há quem prefira traduzir "whitecoat" simplesmente por "uniforme branco" ou "jaleco branco (de laboratorista)", associando o nome do projeto à opção feita por jovens norte-americanos, não-combatentes e adventistas, que foram incentivados pelo Departamento de Jovens da Associação Geral da IASD a trocar o serviço militar pela participação voluntária num programa de pesquisa biológica do exército americano. Em 1952, o Corpo Médico do Exército destacou uma unidade médica em Fort Detrick, e em 1954 esta unidade começou a utilizar soldados Adventistas do Sétimo Dia em sua investigação, presumivelmente nos aspectos defensivos da guerra bacteriológica.
Tom Kopco era um adventista recrutado pelo exército em 1954. Ofereceu-se como voluntário para o Projeto Whitecoat, e estava no primeiro grupo de soldados adventistas "que serviram num projeto experimental de guerra bacteriológica altamente classificado que se levou a cabo em Fort Dugway, Utah", segundo uma declaração assinada por ele em 1989: "Soava como uma boa maneira de servir a meu país e, acima de tudo, o programa estava patrocinado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia", escreveu. O projeto era uma experiência de “febre Q” executada em sujeitos de prova humanos no Campo de Provas de Dugway, onde o Exército leva a cabo provas de guerra química e biológica. Foi aqui onde foram enviados muitos dos primeiros voluntários do Projeto Whitecoat.
Kopco e seus parceiros voluntários foram separados em oito grupos, de cerca dez soldados cada um, e transportados a lugares de provas situadas a aproximadamente 40 km, na salina de Utah. Fizeram-nos sentar em cadeiras situadas em diferentes níveis sobre uma alta plataforma de madeira. Ao redor deles havia jaulas com ratos, graciosos, e porquinhos-da-índia. Exatamente após a meia-noite, quando as condições do vento eram favoráveis, os oficiais se punham máscaras anti-gás e a prova começava. Um fresco orvalho carregado do infeccioso vírus da “febre Q” era espalhado por grandes leques ou jogado de aviões sobre os voluntários, segundo se dizia. Após ficarem contagiados, os soldados eram levados de volta a Fort Detrick em avião para serem submetidos a provas e observações. Alguns soldados não foram a Dugway para ser expostos ao contágio porque, em vez disso, inalavam o vírus da “febre Q” por uma máscara facial em Fort Detrick.
Kopco informou ter-se sentido um pouco doente, enquanto outros se sentiram "mortalmente doentes". "Tínhamos que passar por seus alojamentos muito silenciosamente porque o mais ligeiro ruído os deixava loucos", escreveu. Um deles era César Vega, um voluntário do Projeto Whitecoat, de Riverside, Califórnia. Disse que esteve bem durante uma semana após ser contaminado em Dugway, mas que depois caiu doente com uma febre terrível e perdeu a consciência. Acordou dois dias mais tarde, coberto de gelo, numa tentativa do pessoal médico, para lhe baixar a febre. Esteve doente durante as três semanas seguintes. Os experimentos com a “febre Q” em Dugway levaram-se a cabo ao começo do Projeto Whitecoat, enquanto as provas subseqüentes se efetuaram no quartel geral do USAMRIID em Fort Detrick, Maryland.
"Não nos disseram que este era um projeto de 'guerra bacteriológica', como eu entendo que realmente o era", escreveu Harry V. Wiant, Jr., um veterano do Whitecoat que participou das experiências com a “febre Q” em Dugway.
Cobaias humanas
A chegada do Projeto Whitecoat em 1954 correspondia à crescente dependência do Exército dos Estados Unidos de CBW como um componente viável de sua estratégia geral. Após as experiências iniciais com a “febre Q”, o Projeto Whitecoat avançou para outras doenças exóticas como a febre amarela, o antraz, e a tularemia, todas potencialmente fatais. Lester Bartholomew era um jovem adventista de 20 anos quando foi recrutado em meados da década de 1960. Ele contou a The WINDS que se ofereceu como voluntário para o Projeto Whitecoat enquanto estava em treinamento básico em Fort Sam Houston. Após ser transferido à unidade do Whitecoat em Fort Detrick, participou em três projetos nos quais foi contagiado com tularemia, peste negra, e febre de coelhos. Durante o primeiro projeto, contagiou-se respirando de uma máscara facial. As seguintes duas infecções foram-lhe administradas em injeções.
Bartholomew disse que adoeceu gravemente, com febre de 106 graus em certo ponto. Duas semanas depois, o soldado de 18 anos começa a se sentir mal. Febre, dores de cabeça, visão embaçada. O vento do deserto havia carregado bactérias responsáveis por uma doença conhecida como “Q-fever”. O pessoal médico o cobria de gelo e tomava-lhe amostras de sangue com freqüência. Bartholomew foi hospitalizado e recuperou-se, mas experimentava febre recorrente e fadiga após ter recebido alta.
Thomas Ford é outro veterano do Whitecoat que foi infectado com tularemia. Ele também se recuperou após ser hospitalizado, mas, após receber alta, experimentou uma recaída de "febre alta, calafrios e mal-estar", bem como "latidos rápidos crônicos". Aproximadamente 2.300 adventistas estiveram envolvidos no Projeto Whitecoat entre 1954 e 1973. O exercito norte-americano usou soldados adventistas como cobaias humanas pelo envolvimento ou comprometimento da IASD com o Governo americano e com a Medicina acadêmica.
Fonte: http://www.adventist.org/news/data/2000/7/966918509/index.html.es

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